MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Ibovespa
Geral
Depois de renovar sua máxima em seis meses, na quarta-feira, a Bovespa seguiu o exterior ontem e teve um pregão de queda generalizada das ações, voltando a se situar no patamar de 53 mil pontos. A volatilidade, entretanto, diminuiu no período da tarde e alguns papéis até melhoraram, apesar de poucos terem fechado no azul.
Em baixa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,02%, aos 53.855,54 pontos. Na mínima, registrou 53.565 pontos (-1,56%) e, na máxima, 54.404 pontos (-0,02%). No mês, acumula ganho de 4,32% e, no ano, de 4,56%. O giro financeiro segue fraco e totalizou R$ 5,213 bilhões.
Reflexos
O PIB mais frágil da zona do euro e a produção industrial norte-americana igualmente fraca desencadearam um movimento de venda de ações por todo o mundo.
Aqui não foi diferente e o Ibovespa trabalhou bem próximo do comportamento de Wall Street. Petrobras ON recuou 1,73%, PN, 1,42%, Vale ON, 0,92%, e PNA, 0,28%. Itaú Unibanco PN, papel com maior participação no Ibovespa, também caiu, 0,75%. Bradesco PN perdeu 1,27% e BB ON, 0,08%; Santander unit subiu 0,60%.
Nos EUA
Nos EUA, o Dow Jones recuou 1,01%, aos 16.446,82 pontos, S&P caiu 0,94%, aos 1.870,85 pontos, e o Nasdaq teve perda de 0,76%, aos 4.069,29 pontos.
Entre outros dados divulgados ontem, a produção industrial caiu mais do que o previsto (-0,6% ante -0,1%) em abril ante março, assim como a utilização da capacidade instalada recuou 0,7 ponto porcentual, para 78,6%, de 79% estimados. Na Europa, o PIB da zona do euro subiu 0,2% no primeiro trimestre, ante previsão de que ficaria em +0,4%.
Dólar
O dólar fechou em alta ante o real ontem em linha com a tendência de fortalecimento da divisa norte-americana no exterior. O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,2220, com alta de 0,68%. Por volta das 16h30, o giro registrado na clearing de câmbio da BM&FBovespa era de US$ 1,20 bilhão. No mercado futuro, o dólar para junho avançava 0,81%, a R$ 2,2310. O volume de negociação estava em quase US$ 15,24 bilhões.
Juros
Os juros futuros fecharam em alta ontem em especial na ponta longa, acompanhando a valorização do dólar. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 (17.330 contratos) estava em 10,860%, de 10,857% no ajuste da sessão anterior. O DI para janeiro de 2015 (60.840 contratos) marcava 10,98%, na máxima e igual ao ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2017 (266.315 contratos) projetava taxa de 12,08%, ante 12,04%. E o DI para janeiro de 2021 (46.720 contratos) indicava 12,34%, de 12,28%.
Agência Estado





