Subiu
Vale ON

Desceu
Ibovespa

Volátil
O pregão de ontem foi marcado pela volatilidade e, apesar de o Ibovespa ter operado boa parte do dia no azul, acabou perdendo força nos minutos finais e terminou em baixa. Petrobras e Vale também oscilaram entre altas e baixas e, da mesma forma que impulsionaram, pressionaram para baixo. Ambev, que saiu do vermelho assim que foi anunciado o adiamento de uma tributação para o setor, não conseguiu sustentar os ganhos até o final.

Em baixa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,27%, aos 53.907,46 pontos. Na mínima, registrou 53.731 pontos (-0,60%) e, na máxima, 54.243 pontos (+0,35%). No mês, acumula ganho de 4,42% e, no ano, de 4,66%. O giro financeiro totalizou R$ 5,674 bilhões. Petrobras ON encerrou em -0,23%, PN, em -0,39%, Vale ON em +0,16%, e PNA, em -0,11%. As ações da mineradora eram afetadas mais cedo pelos dados mais fracos sobre a economia chinesa.

Nos EUA
O Dow Jones terminou o dia em alta de 0,12%, aos 16.715,44 pontos, S&P subiu 0,04%, aos 1.897,45 pontos, ambos em novos patamares recordes, e o Nasdaq recuou 0,33%, aos 4.130,17 pontos.

No País
No Brasil, Ambev ON fechou em baixa de 0,48%. Ontem, o governo adiou o início da vigência da nova tabela de tributos sobre bebidas frias, de junho para setembro. O papel reagiu imediatamente ao anúncio, saindo de perda de 0,72% para alta de 0,42%, içando junto o índice, já que a ação é hoje a que tem a quarta maior participação do Ibovespa. A volatilidade da sessão, no entanto, acabou anulando os ganhos.

Dólar
O dólar à vista no balcão terminou o pregão de ontem cotado a R$ 2,2150, uma queda de 0,18%. Por volta das 16h30 o giro era de US$ 1,89 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. O dólar para junho tinha desvalorização de 0,16%, a R$ 2,2240. O volume de negociação era de quase US$ 13,29 bilhões. A divisa norte-americana também perdia terreno ante a lira turca (-0,54%), o rublo russo (-0,59%) e o rand sul-africano (-0,34%).

Juros
Os juros futuros fecharam em queda ontem, devolvendo os ganhos registrados ontem. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 (6.685 contratos) marcava 10,865%, de 10,864% no ajuste de segunda-feira. O DI para janeiro de 2015 (196.770 contratos) apontava 10,99%, de 11,00%. Na ponta mais longa da estrutura a termo da curva de juros, o DI para janeiro de 2017 (116.060 contratos) indicava 12,14%, de 12,16%. E o DI para janeiro de 2021 (14.535 contratos) tinha taxa de 12,39%, de 12,42%. Em Nova York, o yield da T-note de 10 anos recuava para 2,612%, de 2,651%.

Agência Estado

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