Uniforme
A Bovespa teve um pregão uniforme de ganhos, impulsionada pela valorização firme das ações da Vale e pelo movimento positivo das bolsas no exterior. Poucos papéis terminaram em baixa no pregão doméstico ontem, e Petrobras e Suzano foram outros destaques do dia, após balanços.

Alta
A bolsa fechou a sessão de ontem em alta de 1,79%, aos 54.052,90 pontos, renovando o maior patamar desde 18 de novembro de 2013 (54.307,04 pontos). Na mínima, operou estável aos 53.103 pontos e, na máxima, registrou 54.053 pontos (+1,79%). No mês, acumula ganhos de 4,70% e, no ano, de 4,94%. O giro financeiro totalizou R$ 4,998 bilhões. Vale disparou mais de 4%.

Movimento
Vale ON subiu 4,72%, a terceira maior alta do Ibovespa, e Vale PNA, 4,26%. As iderúrgicas também seguiram o movimento e Gerdau PN teve valorização de 2,23%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,55%, Usiminas PNA, 1,04%, e CSN ON, 3,32%. Petrobras também se destacou, em dia de repercussão ao balanço do primeiro trimestre. A ação ON teve valorização de 2,52% e a PN, de 2,04%. A estatal anunciou na sexta-feira à noite queda de 29,9% no lucro líquido ante igual período do ano passado, para R$ 5,393 bilhões.

Nos EUA
As bolsas norte-americanas também operaram em alta o dia todo - e fecharam assim. O Dow Jones terminou o dia em alta de 0,68%, aos 16.695,47 pontos, e o S&P subiu 0,97%, aos 1.896,65 pontos, ambos em níveis recordes de fechamento. O Nasdaq teve valorização de 1,77%, aos 4.143,86 pontos.

Dólar
O dólar fechou em leve alta ontem em um dia de agenda fraca. O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,2190, uma alta de 0,09%. O giro, no entanto, era fraco, próximo de US$ 887,98 milhões por volta das 16h30, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para junho avançava 0,22%, a R$ 2,2315. O volume de negociação era de quase US$ 8,61 bilhões.

Juros
Os juros futuros fecharam em leve alta ontem em um movimento de correção após a queda acentuada na sessão anterior, quando o IPCA de abril no piso das estimativas fez muitos investidores reverem suas posições. O avanço também foi favorecido pela discreta valorização do dólar e pela alta nos yields dos Treasuries. Ao fim da sessão regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 (15.955 contratos) marcava 10,865%, de 10,853% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (115.395 contratos) apontava 11,00%, de 10,98%. Na ponta mais longa da estrutura a termo, o contrato para janeiro de 2017 (63.805 contratos) indicava 12,16%, de 12,12%. E o juro para janeiro de 2021 (17.965 contratos) tinha taxa de 12,42%, de 12,38%.

Agência Estado

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