MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Ibovespa
Pressão
A Bovespa fechou a sessão de ontem em queda, pressionada pela continuidade da realização de lucros após os ganhos consistentes registrados no início da semana. A falta de direção das bolsas em Nova York durante o dia também contribuiu para o fraco desempenho da bolsa brasileira.
Em baixa
No fim do dia, o Ibovespa terminou com baixa de 0,60, aos 53.100,34 pontos. Na máxima da sessão, o índice atingiu 53.639 pontos (+0,41%) e, na mínima, 53.057 pontos (-0,68%). Na semana, a bolsa acumulou ganho de 0,23%. No ano, a bolsa registra alta de 3,09% e, no mês, avanço de 2,86%. O volume de negócios somou R$ 5,393 bilhões, segundo dados preliminares.
Movimento
Eletrobras ON fechou o pregão com queda de 7,58% e Eletrobras PNB caiu 5,43%. Petrobras ON caiu 0,95% e Petrobras ON recuou 1,17%. No setor financeiro, Banco do Brasil ON recuou 1,50%. Entre as mineradoras, Vale ON (-0,85%) e Vale PNA (-1,23%).
De leve
Em Nova York, as Bolsas encerraram em leve alta, beneficiadas pela agenda de indicadores econômicos fraca de ontem e pela aproximação do fim da temporada de balanços corporativos nos EUA - o que abriu caminho para a recuperação de algumas ações que sofreram fortes quedas recentemente. Dow Jones subiu 0,20%, o S&P 500 avançou 0,15% e o Nasdaq registrou alta de 0,50%.
Dólar
O dólar à vista no balcão terminou a sessão de ontem cotado a R$ 2,2170, uma alta de 0,27%. Por volta das 16h30, o giro estava em US$ 1,38 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. Na semana, a moeda caiu 0,18%. No mercado futuro, o dólar para junho avançava 0,02%, a R$ 2,2310. O volume de negociação era de quase US$ 11,62 bilhões.
Juros
Os juros futuros fecharam em queda ontem, em um dia de giro forte após a divulgação do IPCA de abril no piso das estimativas e com a primeira prévia do IGP-M de maio também abaixo do esperado. Com isso, agora há uma maioria no mercado que acredita em manutenção da Selic na reunião deste mês. Ao fim da sessão regular na BM&FBovespa, o contrato do depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 (150.395 contratos) tinha taxa de 10,853%, de 10,875% no ajuste de quinta-feira. O DI para janeiro de 2015 (126.280 contratos) estava em 10,98%, de 11,02% no ajuste anterior. Na ponta mais longa da estrutura a termo da curva de juros, o DI para janeiro de 2017 (226.685 contratos) projetava 12,12%, de 12,20% no ajuste anterior. E o DI para janeiro de 2021 (39.505 contratos) marcava máxima de 12,38%, de 12,41%.
Agência Estado





