MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Siemens
Desceu
Fiat
Mal avaliados
As avaliações do mercado financeiro sobre o Ministério da Fazenda e o Banco Central do Brasil voltaram a piorar em abril, de acordo com o Termômetro Broad, uma sondagem da Agência Estado. As avaliações do BC caíram em proporção maior, embora se mantenham mais elevadas. Em relação à gestão, a nota média do BC caiu de 5,7 para 5,0. Para a gestão da política monetária, passou de 5,7 para 4,9, e a avaliação da política cambial teve média 5,5 em abril ante 6,2 em março. A avaliação da comunicação do BC recuou de 5,7 para 5,3.
Em declínio
A nota média para a avaliação geral da gestão da Fazenda recuou ligeiramente, de 3,7 para 3,6 de março para abril, enquanto a média das notas para a condução da política fiscal passou de 3,6 para 3,4 no mesmo período. Em relação à comunicação, a nota também registrou declínio, 3,7 para 3,4. O levantamento teve a participação de 51 instituições entre 23 e 30 de abril.
Europa
As principais bolsas de valores da Europa operaram todo o pregão sem direção única em meio à cautela diante da evolução da crise na Ucrânia. No fim da sessão, quando o presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou a retirada de tropas da fronteira com o país, alguns dos índices ensaiaram uma alta.
Fed
Também influenciou nas negociações das bolsas de valores da Europa o depoimento da presidente do Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos), Janet Yellen, no Congresso dos Estados Unidos. A presidente do Fed disse que a economia norte-americana vai terminar 2014 melhor do que o ano passado, apesar de haver ainda riscos para o setor imobiliário. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou estável em 336,03 pontos.
Corporativo
Em meio ao cenário incerto, o noticiário corporativo deu mais gás ainda para a volatilidade. A montadora italiana Fiat anunciou um prejuízo de 319 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, forte recuo em relação ao lucro de 31 milhões de euros do ano passado. O balanço fraco afetou as ações da companhia, que fecharam o pregão em queda de 11,69%.
Reino Unido
No Reino Unido, o índice FTSE 100, caiu 0,03%, fechando em 6.796,44 pontos. A Bolsa de Londres foi afetada pela queda de 6,53% das ações da Experian, que afirmou que o mau desempenho das suas operações no Brasil. Os papéis dos bancos também foram destaques entre as baixas. O HSBC caiu 1,26% após reportar queda no lucro e na receita para o primeiro trimestre, forçando o recuo do Barclays (-0,69%) e Lloyds Banking (-2,27%).
Frankfurt
O índice Dax, da Bolsa de Frankfurt, subiu 0,57%, fechando em 9.521,30 pontos, impulsionado pelas ações da Henkel (+5,37%), que reportou aumento de lucro no balanço do primeiro trimestre, e da Siemens (+2,06%), que revelou a nova estratégia de reestruturação da empresa.
DAS AGÊNCIAS





