Subiu
Bovespa
Desceu
Dólar

Em alta
A Bovespa fechou em alta ontem, recebendo suporte do forte desempenho das ações da Petrobras, que chegaram a subir mais de 5% durante a sessão, devido a expectativas em torno de pesquisas eleitorais. No fim, a Bovespa terminou com alta de 0,62%, aos 53.779,74 pontos. Na máxima do dia, o Ibovespa atingiu 53.986 pontos (+1,01%) e, na mínima, tocou nos 53.094 pontos (-0,66%). No mês, a bolsa acumula alta de 4,17%. O volume de negócios era de R$ 8,537 bilhões, segundo dados preliminares.

Pressão
A Bolsa iniciou a sessão pressionada pelo ciclo dos mercados internacionais devido ao deficit comercial maior que o esperado reportado nos EUA. Mas, no início da tarde, o Ibovespa inverteu a direção e passou a subir, ajudado pelos papéis da Petrobras. A ação ON fechou com alta de 3,96% e Petrobras PN avançou 3,81%.

Impulsos
As ações da estatal aceleraram o ganhos à tarde, impulsionadas pelas expectativas do mercado em relação à eleição e pelo fluxo de recursos do exterior. Segundo operadores, há forte perspectiva no mercado de mudança no cenário político. Uma pesquisa Datafolha nacional deve ser divulgada até o fim desta semana. Um levantamento, do Ibope, realizado apenas no Ceará e divulgado ontem, mostrou que a pré-candidata à reeleição Dilma Rousseff caiu de 66% para 58% nas intenções de voto no Estado. As ações de outras estatais também fecharam em alta: Banco do Brasil ON (+1,56%) e Eletrobras ON (+0,78%).

Nos EUA
Nos EUA, as bolsas operaram em território negativo durante todo o dia, afetadas pelos dados da balança comercial dos EUA. O Nasdaq caiu 1,38%, o S&P 500 perdeu 0,90% e o Dow Jones recuou 0,78%.

Dólar
O dólar terminou a sessão de ontem, em queda, pressionado pelo declínio ante outras divisas no exterior. No fim da sessão, o dólar à vista no balcão terminou o pregão com queda de 0,89%, a R$ 2,2270. O giro, no entanto, era bastante baixo perto das 16h30, a US$ 967,24 milhões, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para junho caía 0,84%, a R$ 2,2435. O volume de negócios também estava abaixo do normal, próximo de US$ 11 bilhões.

Juros
As taxas de juros futuras terminaram a sessão de ontem, em queda, conduzidas pelo declínio do dólar, sinais de desaceleração da inflação e especulações sobre o cenário eleitoral. Ao fim da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para janeiro de 2015 (56.985 contratos) estava em 10,97%, de 10,99% no ajuste de segunda-feira; o DI para janeiro de 2017 (191.355 contratos tinha taxa de 12,11%, de 12,24% no ajuste anterior; o DI para janeiro de 2021 (42.305 contratos) projetava taxa de 12,32%, de 12,52% na segunda.

Agência Estado

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