MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Ibovespa
Desceu
Ambev ON
Volta
Novos rumores sobre o cenário eleitoral deram impulso aos negócios nesta volta de feriado de Dia do Trabalho, e levaram o Ibovespa a operar durante praticamente toda a tarde de ontem acima do patamar dos 53 mil pontos, na contramão das bolsas internacionais.
Ibovespa
A trajetória de alta ganhou força por volta das 11 horas, quando circularam nas mesas especulações sobre um levantamento do Instituto Sensus, que deve sair amanhã, e que mostraria a continuidade da queda das intenções de voto na presidente Dilma Rousseff e o avanço de seus prováveis adversários nas eleições de outubro.
Valorização
Dos 73 papéis que compõem a carteira teórica do Ibovespa, apenas seis terminaram no vermelho. Com o bom desempenho de ontem, a Bolsa encerrou a semana com ganho acumulado de 3,08%. O Ibovespa terminou o pregão de ontem em alta de 2,62%, aos 52.980,31 pontos. Na máxima do dia, foi aos 53.060, pontos, com avanço de 2,78%. No ano, a bolsa tem ganho acumulado de 2,86%.
Blue chips
Entre as blue chips, Petrobras ON e PN terminaram a sessão em alta de 3,77% e de 6,22%, respectivamente. Os papéis da Vale recuperaram parte da queda de quarta-feira, e fecharam com ganho de 2,72% os ON e de 3,52% os PNA.
Ranking
O ranking de altas do Ibovespa na sessão de ontem foi liderado por Oi PN (+11,21%), Prumo ON (+10,17%), Marfrig ON (+9,38%), Rossi Residencial ON (+8,13%) e Duratex ON (+7,36%). Já entre os poucos papéis que fecharam em queda, destaque para Ambev ON (-1,78%), pressionada pelo aumento da tributação de bebidas frias pelo Ministério da Fazenda.
Dólar
A moeda norte-americana terminou o primeiro dia útil de maio em baixa de 0,58%, a R$ 2,2210. Na mínima, foi a R$ 2,2160 e, na máxima, a R$ 2,2440. Na semana, acumulou perda de 0,94%. Às 16h40, o giro à vista negociado na sessão era de US$ 673,996 milhões, sendo de US$ 615,746 milhões em D+2, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mesmo horário, o dólar futuro para junho recuava 0,67%, a US$ 2,2380.
Juros
Os juros futuros fecharam ontem com queda consistente. Ao fim da sessão regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 (2.155 contratos) estava em 10,853% - na mínima da sessão -, de 10,862% no ajuste de quarta-feira. O DI para janeiro de 2015 (70.330 contratos) marcava 10,98%, de 10,99% no ajuste anterior.
(Agência Estado)





