Subiu
Dólar
Desceu
Ibovespa

Aversão
A aversão ao risco devido às tensões geopolíticas na Europa levou a Bovespa a encerrar a sessão de ontem em queda. O Ibovespa caiu 0,81%, para 51.399,35 pontos. Na máxima, registrou 51.817 pontos (estável) e, na mínima, 51.019 pontos (-1,54%). No mês, acumula ganho de 1,95% e, no ano, queda de 0,21%. O giro financeiro totalizou R$ 5,334 bilhões, segundo dados preliminares.

Peso
A aversão ao risco desencadeada pela crise no leste Europeu pesou nas ações das blue chips Petrobras e Vale. Petrobras ON e Petrobras PN recuaram 1,11% e 0,62%, respectivamente. Vale ON recuou 1,53% e Vale PNA perdeu 2,31%. Os papéis do setor energético também terminaram a sessão com queda acentuada. Eletropaulo PN (-2,23%), Eletrobras ON (-2,79%), Energias do Brasil (-3,98%) e Light ON (-2,99%).

Positivo
Do lado positivo, os destaques foram ALL ON (+4,86%), Kroton (+3,30%) e Tim ON (+4,23%). Segundo profissionais do mercado, os investidores trocaram papéis da Oi por ações da Tim, às vésperas do fechamento de preço na oferta de ações da Oi. Nos Estados Unidos, o Dow Jones recuou 0,85%, o S&P 500 perdeu 0,81% e o Nasdaq caiu 1,75%.

Dólar
O dólar fechou a sessão em alta ontem impulsionado pelas expectativas de que o Banco Central não rolará integralmente neste mês os contratos de swaps cambiais que vencerão em maio. O dólar à vista no balcão terminou o pregão cotado a R$ 2,2420, uma alta de 1,13%. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 1,69 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para maio subia 1,26%, a R$ 2,2450. O volume de negociação era próximo de US$ 15,57 bilhões.

Juros
As taxas de juros mais curtas terminaram a sessão de ontem perto dos níveis de ajustes, recebendo suporte do avanço do dólar ante o real. Na ponta mais longa, as taxas chegaram ao fim dia em baixa, conduzidas pelo recuo dos Treasuries com a aversão ao risco no exterior devido às tensões entre a Rússia e a Ucrânia. No fim da sessão regular, o DI para julho de 2014 estava em 10,855% (32.675 contratos), na máxima, de 10,854% no ajuste da véspera. O vencimento para janeiro de 2015 estava em 11,00% (75.495 contratos), na máxima, de 10,99% na véspera. O contrato para janeiro de 2017 projetava taxa de 12,19% (202.440 contratos), mesmo nível de quinta-feira. O contrato para janeiro de 2021 tinha taxa de 12,51% (16.645 contratos), de 12,53% na quinta-feira.

Agência Estado

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