Subiu
Bovespa
Desceu
Dólar

Avanço
A Bovespa fechou em alta ontem, conduzida pela disparada dos papéis da Vale na reta final da sessão. O avanço da bolsa brasileira veio após uma sessão marcada por forte volatilidade, à medida que os investidores avaliavam a escalada das tensões na Ucrânia, além de balanços e indicadores econômicos positivos.

Em alta
O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,48%, aos 51.815,96 pontos. Na máxima, registrou 51.963 pontos (+0,76%) e, na mínima, os 51.238 pontos (-0,64%). No mês, acumula ganho de 2,78% e, no ano, de 0,60%. O giro financeiro totalizou R$ 5,876 bilhões. No fim da sessão, Vale ON subiu 1,65% e Vale PNA avançou 1,62%.

Balanços
No Brasil, o Bradesco abriu ontem a temporada de balanços dos grandes bancos com lucro líquido de R$ 3,443 bilhões no primeiro trimestre de 2014, uma alta de 18,0% em relação ao mesmo período do ano passado. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio do banco (ROAE) alcançou 20,5% ao final de março ante 19,5% registrado um ano antes. As ações ON do banco fecharam com alta de 1,95% e as PN subiram 1,82%.

Petrobras
Os papéis da Petrobras também subiram: ON (+0,46%) e PN (+0,62%), se recuperando das quedas recentes. O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a instalação imediata da CPI para apurar as suspeitas que envolvem a estatal. No fim da tarde em Wall Street, o índice Dow Jones operava estável, o S&P 500 tinha alta de 0,17% e o Nasdaq avançava 0,52%.

Dólar
O dólar fechou em leve queda ante o real ontem, após uma sessão bastante volátil. O dólar à vista no balcão terminou o pregão cotado a R$ 2,2170, uma queda de 0,27%. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 653,85 milhões, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para maio recuava 0,27%, a R$ 2,2210. O volume de negociação era próximo de US$ 12,99 bilhões.

Juros
Os juros futuros permaneceram perto dos ajustes ontem, em um dia sem muitas notícias e com giro fraco. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, o DI para julho de 2014 (7.485 contratos) tinha taxa de 10,855%, de 10,854% no ajuste de quarta-feira. O DI para janeiro de 2015 (139.885 contratos) marcava 10,99%, no mesmo nível da véspera. Entre os vértices mais longos, o DI para janeiro de 2017 (202.630 contratos) registrava 12,19%, de 12,22% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2021 (22.830 contratos) apontava 12,53%, exatamente no ajuste anterior.

(Agência Estado)

mockup