MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Bovespa
Pressão
Pressionada pelo exercício de opções sobre ações pela manhã, a Bovespa não conseguiu 'colar' em Wall Street à tarde e acabou fechando em baixa. Petrobras e Vale corromperam o desempenho da bolsa doméstica, ao registrarem queda bastante firme, mas a sustentação dos ganhos em Nova York suavizou o movimento negativo no Brasil.
Em baixa
A Bolsa doméstica terminou a sessão em baixa de 0,26%, aos 51.976,86 pontos. Na mínima, registrou 51.682 pontos (-0,83%) e, na máxima, os 52.460 pontos (+0,67%). No mês, acumula ganho de 3,10% e, no ano, de 0,91%. O giro financeiro totalizou R$ 10,380 bilhões, sendo R$ 3,871 bilhões referentes ao exercício de opções sobre ações.
Recuo
O exercício de opções terminou no começo da tarde e, encerrado, a Bovespa chegou a renovar mínimas, com muita venda de 'sobras' do vencimento. O recuo, no entanto, foi sendo reduzido, mas Petrobras e Vale impediram a bolsa de virar para cima. Uma realização de lucros e um ajuste ao desempenho dos ADRs, na segunda-feira, em Wall Street, quando caíram, explicaram a baixa de ontem, segundo profissionais. No caso de Petrobras, a alta forte na quinta-feira também estimulou a venda para embolsar lucros.
Movimento
Petrobras ON terminou o dia de ontem em baixa de 2,50% e a PN, de 2,56%. Vale ON recuou 2,97%, a maior queda do Ibovespa, e a PN, 1,75%. No exterior, as bolsas norte-americanas subiram influenciadas por indicadores favoráveis. O Dow Jones terminou em alta de 0,40%, aos 16.514,37 pontos, o S&P avançou 0,41%, aos 1.879,55 pontos, e o Nasdaq subiu 0,97%, aos 4.161,46 pontos.
Câmbio
O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,2420, uma alta de 0,09%. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 920,60 milhões, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para maio avançava 0,22%, a R$ 2,2495. O volume de negociação era de aproximadamente US$ 12,31 bilhões.
Juros
Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 (450 contratos) estava em 10,860%, de 10,858% no ajuste de quinta-feira. O DI para janeiro de 2015 (35.270 contratos) marcava 11,02%, no mesmo nível do ajuste anterior. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 (63.050 contratos) projetava 12,35%, ante 12,34%. E o DI para janeiro de 2021 (12.080 contratos) marcava 12,64%, ante 12,67%.
Agência Estado





