Subiu
Dólar
Desceu
Ibovespa

Em baixa
O mercado doméstico acompanhou as bolsas norte-americanas e encerrou em baixa ontem pelo terceiro dia seguido. Mas as perdas domésticas foram praticamente apagadas no fim da sessão. Os dados da balança comercial chinesa influenciaram as ações da Vale, enquanto os papéis de elétricas foram impactados pelo aumento nos recursos captados pelo mercado pela CCEE.

Acumulado
O Ibovespa terminou em baixa de 0,11%, aos 51.127,48 pontos. Na mínima, registrou 50.732 pontos (-0,89%) e, na máxima, 51.522 pontos (+0,66%). No mês, acumula ganho de 1,42%, mas, no ano, cai 0,74%. O giro financeiro foi mais fraco ontem e totalizou R$ 6,365 bilhões. A Bovespa já havia tido realização nas duas sessões anteriores, daí o desempenho melhor do que o das bolsas norte-americanas ontem.

Movimento
Logo cedo, a balança comercial chinesa, que mostrou aumento do superavit, mas queda de importações e exportações, prejudicou principalmente os papéis de Vale (a ON caiu 0,55% e a PNA recuou 0,87%). Nos EUA, os dados de pedido de auxílio-desemprego vieram bons. Eles não conseguiram, no entanto, se sobrepor à onda vendedora nos setores de tecnologia e biotecnologia. Dow Jones terminou em baixa de 1,62%, S&P recuou 2,09% e Nasdaq caiu 3,10%, aos 4.054,11 pontos. Eletrobras PNB (+0,73%), Eletrobras ON (+2,64%), AES Tietê PN (+0,86%), Cemig PN (+1,23%), Copel PNB (+1,91%), CPFL Energia ON (+0,98%), Light ON (+1,58%).

Juros
Os juros futuros de curto prazo fecharam em queda ontem após a divulgação da ata da última reunião do Copom, que deu a entender que o Banco Central deseja interromper o atual ciclo de alta da Selic. Mesmo assim, a ponta longa subiu, com a percepção de que a persistência da inflação obrigará a autoridade a apertar novamente a política monetária mais para frente. A taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 marcava 10,865%, de 10,873% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 apontava 11,05%, de 11,10%. Na ponta mais longa da curva, o DI para janeiro de 2017 registrava 12,31%, de 12,25%. E o DI para janeiro de 2021 tinha taxa de 12,63%, de 12,53%.

Dólar
O dólar à vista no balcão terminou perto da estabilidade ontem depois de uma sessão volátil. Nos últimos minutos do pregão a moeda virou e fechou em leve alta. O dólar à vista no balcão terminou o pregão cotado a R$ 2,2010, uma alta de 0,14%, depois de oscilar entre a mínima de R$ 2,1860 (-0,55%) e a máxima de R$ 2,2080 (+0,45%). O giro estava em torno de US$ 1,77 bilhão por volta das 16h30, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para maio avançava 0,55%, a R$ 2,2115. O volume de negociação era de quase US$ 16,27 bilhões.
Agência Estado

mockup