Subiu
Dow Jones
Desceu
Ibovespa

Pregão
A Bovespa teve dois momentos bem marcantes no pregão de ontem. Impulsionada por fluxo de compra, sobretudo de estrangeiros, abriu com alta firme e chegou a operar acima de 53 mil pontos, antes de completar uma hora de pregão. Mas depois engatou uma realização de lucros que a levou de volta aos 51 mil pontos no fechamento.

Em baixa
O Ibovespa fechou em baixa de 1,01%, aos 51.629,07 pontos. Na mínima, registrou 51.377 pontos (-1,49%) e, na máxima, 53.394 pontos (+2,37%). No mês, acumula ganho de 2,41% e, no ano, de 0,24%. O giro financeiro foi bastante alto ontem e, embora tenha fechado longe da projeção vista na hora do almoço, de R$ 14,7 bilhões, alcançou R$ 10,463 bilhões, o maior desde 15 de agosto do ano passado (R$ 10,484 bilhões), excetuando-se pregões com vencimentos ou operações excepcionais.

Movimento
Os papéis das estatais tiveram uma realização mais forte: Petrobras ON recuou 2,84%, PN, -2,86%, BB ON, -2,85%, Eletrobras ON, -1,35%, e PNB, -1,34%. Vale operou mais firme do que Petrobras, ajudada pela alta do preço do minério de ferro, de 0,9%, para US$ 118,2 a tonelada na China, e em meio a notícias de que o governo chinês poderá adotar mais medidas de estímulo para a economia. Vale ON caiu 0,24% e a PNA subiu 0,10%. Nos EUA, as bolsas terminaram em alta, recuperando-se de dois dias seguidos de baixas. O Dow Jones subiu 0,06%, aos 16.256,14 pontos, o S&P avançou 0,38%, aos 1.851,96 pontos, e o Nasdaq teve valorização de 0,81%, aos 4.112,99 pontos.

Dólar
O dólar fechou em queda ontem e renovou a mínima em cinco meses que havia sido registrada na segunda. O dólar à vista no balcão caiu 0,54%, fechando a R$ 2,2050 - o menor nível desde 30 de outubro do ano passado - depois de ter oscilado entre a máxima de R$ 2,2090 (-0,36%) e a mínima de R$ 2,1950 (-0,99%). O giro estava em torno de US$ 1,42 bilhão por volta das 16h30. No mercado futuro, o dólar para maio recuava 0,69%, a R$ 2,2175. O volume de negociação estava próximo de US$ 22,12 bilhões.

Juros
Os juros futuros de curto prazo encerraram a sessão de ontem perto dos ajustes anteriores, com os investidores aguardando a divulgação do IPCA de março, hoje, e a ata do Copom, amanhã. Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para julho de 2014 estava em 10,867%, de 10,861% no ajuste de segunda. O DI para janeiro de 2015 marcava 11,06%, de 11,05%. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 apontava 12,17%, de 12,30%. O DI para janeiro de 2021 tinha taxa de 12,48%, ante 12,63%. Em Nova York, o yield da T-note de 10 anos caía a 2,676%, de 2,698% no fim da tarde de ontem.

Agência Estado

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