MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Vale
Desceu
Petrobras
Dividendos
A Bovespa passou ontem por um movimento de realização de lucros e fechou em queda. O recuo, porém, foi contido pela melhora das bolsas norte-americanas. O movimento doméstico foi puxado pela Petrobras, negociada após o pagamento de dividendos, mas a Vale ficou no azul e minimizou o recuo geral.
Resultado
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 0,57%, aos 51.408,21 pontos. Na mínima, registrou 51.059 pontos (-1,24%) e, na máxima, aos 51.991 (+0,56%). No mês, acumula ganho de 1,97% e, no ano, queda de 0,19%. O giro financeiro totalizou R$ 6,939 bilhões.
Petrobras
O consultor de investimentos da BRAdvisors Vitor Miziara destacou que as ações da Petrobras foram vendidas por causa da alta forte registrada recentemente e porque eram ontem negociadas ex-dividendos. Assim, segundo ele, investidores decidiram embolsar parte dos ganhos com os dividendos. Petrobras ON caiu 0,53% e Petrobras PN recuou 1,09%.
Nos EUA
O recuo das bolsas norte-americanas também influenciou o mercado doméstico. O Dow Jones terminou o dia estável, aos 16.572,55 pontos, o S&P caiu 0,11%, aos 1.888,77 pontos, e o Nasdaq teve perda de 0,91%, aos 4.237,74 pontos.
Abaixo do esperado
As bolsas abriram em alta em Nova York, após declarações do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, de que a instituição está comprometida a usar ferramentas não convencionais.
Vale
Os dados divulgados pela China foram inconclusivos e com medidas de estímulos em linha com as previsões. Mesmo assim, Vale foi influenciada e subiu, 1,17% na ON e 0,65% na PNA.
Financeiras
Houve quedas no setor financeiro da Bradesco PN (-0,53%), Itaú Unibanco PN (-1,16%), BB ON (-1,56%) e Santander unit (-1,24%).
Dólar
O dólar à vista encerrou à vista a R$ 2,2830, com alta de 0,48%. O nível de R$ 2,28 não era superado desde 26 de março). No mercado futuro, subia 0,55%, a R$ 2,2975, às 17h12.
Ajustes
Os juros futuros fecharam em baixa mais acentuada entre os contratos de curto prazo e limitada nos de longo prazo, resultado de um movimento de ajuste, principalmente, pela decisão do Banco Central de elevar anteontem a Selic para 11,00% ao ano.
Juros
A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2014 fechou em 10,78%, ante 10,82% do ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 encerrou em 11,05%, na máxima, ante 11,12% da véspera. O DI para janeiro de 2017 marcou 12,45%, ante 12,47%, e o DI para janeiro de 2021, em 12,84%, ante 12,83%. (Agência Estado)





