Subiu
Dow Jones
Desceu
Ibovespa

Perdas
A tão esperada realização de lucros para a Bovespa finalmente aconteceu ontem. A alta firme das bolsas internacionais, entretanto, acabou contendo o movimento de venda das ações domésticas e o índice fechou longe da mínima da sessão, ainda sustentando o patamar de 50 mil pontos reconquistado na segunda. O Ibovespa iniciou abril com perda de 0,29%, aos 50.270,37 pontos. Na mínima, registrou 49.774 pontos (-1,27%) e, na máxima, 50.627 pontos (+0,42%). No ano até ontem, o índice acumula baixa de 2,40%. O giro financeiro totalizou R$ 6,487 bilhões.

Saudável
O movimento de vendas para embolsar os ganhos recentes foi considerado saudável pelos profissionais, visto que a Bovespa já havia subido nas três últimas sessões e também em 10 dos últimos 11 pregões. A tendência, no entanto, é que a trajetória de alta se mantenha, sobretudo depois das declarações da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, de que a economia dos EUA ainda precisa de muito apoio da política monetária.

Movimento
Ontem, Vale fechou melhor do que as siderúrgicas, ajudada pelo PMI chinês e pela alta de 0,7% no preço do minério de ferro, para US$ 117,6 a tonelada na China, o mais alto em um mês. Vale ON terminou o dia em baixa de 0,19% e a PNA, de 0,32%. Gerdau PN perdeu 2,96%, Metalúrgica Gerdau PN recuou 1,78%, Usiminas PNA registrou desvalorização de 2,83% e CSN ON recuou 1,52%. Petrobras ON encerrou em alta de 0,60%, e o PN, de 0,19%.

Em alta
Nos EUA, as bolsas fecharam em alta, influenciadas pelos indicadores de atividade industrial positivos. O PMI foi divulgado na China, vários países da Europa e também nos EUA. O Dow Jones subiu 0,46%, aos 16.532,61 pontos, o S&P avançou 0,70%, aos 1.885,52 pontos, recorde, e o Nasdaq teve valorização de 1,64%, aos 4.268,04 pontos.

Juros
Na véspera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a Selic, os juros futuros fecharam em alta, sustentados pelo temor com a inflação. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2014 fechou com taxa de 10,78%, ante 10,82% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2015 tinha taxa de 11,14%, na mínima, ante 11,12%. No trecho longo da curva a termo, o contrato com vencimento em janeiro de 2017 indicava 12,53%, de 12,47%, e o DI para janeiro de 2021 marcava 12,86%, na mínima, de 12,83%.

Dólar
O dólar à vista no balcão encerrou a terça-feira em ligeira baixa. O volume fraco e a falta de notícias, principalmente à tarde, ajudaram a conter a queda da moeda. No fechamento, o dólar à vista valia R$ 2,2660 no balcão (-0,04%). No mercado futuro, a moeda para maio cedia 0,04%, a R$ 2,2660, perto das 17h10.

(Agência Estado)

mockup