MERCADO FINANCEIRO
Em alta
A Bovespa fechou a sessão em alta, se recuperando da queda da véspera, conduzida pelo avanço das ações da Petrobras e do setor financeiro, além do bom humor no exterior. No fim da sessão, o Ibovespa subiu 1,08%, aos 47.093,13 pontos. Na mínima, registrou 46.502 pontos (-0,19%) e, na máxima, 47.400 pontos (+1,74%). O volume negociado ontem totalizou R$ 5,776 bilhões. A Bovespa acumula baixa de 8,57% no ano.
Recuperação
As ações da Petrobras se recuperaram das mínimas registradas no fechamento de quarta-feira e ajudaram a impulsionar os ganhos da bolsa. A companhia informou ontem que registrou novo recorde de produção diária de petróleo nos campos do pré-sal em 27 de fevereiro, totalizando 412 mil barris. Petrobras PN subiu 1,05% e Petrobras ON avançou 1,73%.
Financeiro
As ações do setor financeiro também apresentaram desempenho positivo na sessão, lideradas pelos papéis do Bradesco, com alta de 3,78%. Itaú Unibanco (+2,77%) e Santander (+1,50%). As ações Vale fecharam em direções divergentes, afetadas pelas ações tomadas pela China para combater a poluição no país e que podem resultar no fechamento de algumas indústrias de uso intensivo de energia, como as siderúrgicas. Vale PNA terminou estável e Vale ON cai 0,31%.
Câmbio
O dólar à vista no balcão terminou a sessão estável, cotado a R$ 2,3180. O giro estava próximo de US$ 1,341 bilhão por volta das 16h30, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para abril subia 0,04%, a R$ 2,3355. O volume de negócios estava perto de US$ 14 bilhões.
Fluxo
O Banco Central informou na manhã de ontem que o fluxo cambial ficou negativo em US$ 1,856 bilhão no mês de fevereiro. O resultado é fruto de saídas de US$ 2,129 bilhões do segmento comercial e entradas de US$ 272 milhões da área financeira. No acumulado do ano até fevereiro, o fluxo está negativo em US$ 246 milhões. No mesmo período de 2013, o fluxo total estava negativo em US$ 2,491 bilhões.
Juros
No fim da sessão regular na BM&FBovespa, o contrato de DI com vencimento em julho de 2014 (133.240 contratos) tinha taxa de 10,79%, na máxima, de 10,77% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (171.500 contratos) projetava 11,08%, de 11,06% na sexta-feira. No trecho mais longo, o contrato com vencimento em abril de 2017 (382.585 contratos) indicava 12,37%, de 12,28%. O DI para janeiro de 2021 (81.645 contratos) estava em 12,80%, de 12,72% no ajuste anterior.
(Agência Estado)





