MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Ibovespa
Desceu
Cosan
Otimismo
Copom, PIB e balanço da Vale geraram uma onda de otimismo que carregou o Ibovespa para seu patamar mais elevado desde 14 de fevereiro. O resultado foi conduzido por compras generalizadas que deixaram de fora apenas cinco papéis - os únicos a fecharem em baixa.
Giro
O Ibovespa terminou a sessão em alta de 2,16%, aos 47.606,75 pontos, maior nível desde 14 de fevereiro (48.201,11 pontos). Na mínima, registrou 46.622 pontos (+0,05%) e, na máxima, 47.781 pontos (+2,54%). Com isso, reduziu a perda do mês para -0,07% e a do ano a -7,57%. O giro financeiro totalizou R$ 5,401 bilhões.
Cenário
A queda recente da Bovespa, a alta menor da taxa Selic, de 0,25 ponto porcentual, anunciada anteontem pelo Copom, e o resultado do PIB do último trimestre de 2013 acima das projeções (+0,7% na margem ante +0,5% no teto das expectativas dos analistas) criaram um ambiente propício para a alta da Bovespa. A alta das bolsas norte-americanas facilitou o movimento de recuperação doméstico, que contou com compra de investidores estrangeiros e locais.
Refis
Já o balanço da Vale voltou a mostrar prejuízo maior do que o visto no último trimestre de 2013. O resultado, no entanto, foi impactado pela adesão da empresa ao Refis, e os investidores acabaram repercutindo a melhora operacional da empresa, o que resultou em alta firme das ações. Vale ON terminou em elevação de 1,51% e Vale PNA, de 1%.
Força
Petrobras ontem também subiu - e com força -, recuperando parte das perdas da véspera, decorrente do desapontamento com seu balanço. Os papéis fecharam ontem no pior patamar desde 2005, mas ontem subiram mais de 2%: Petrobras ON, +3,33%, e PN, +2,63%.
Quedas
A lista de maiores quedas teve apenas cinco empresas: Anhanguera ON (-1,72%), Fibria ON (-0,91%), Metalúrgica Gerdau PN (-0,54%), Cosan ON (-0,28%) e Gerdau PN (-0,13%).
Câmbio
No fechamento, o dólar à vista no mercado de balcão recuou 1,36%, cotado a R$ 2,3220 - menor nível desde 17 de dezembro de 2013.
Juros
No fim da sessão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em julho de 2014 (707.695 contratos) tinha taxa de 10,74%, ante 10,79% no ajuste de anteontem. O DI para janeiro de 2015 (308.575 contratos) projetava 10,97%, de 11,02% na véspera. No trecho mais longo, o contrato com vencimento em abril de 2017 (414.825 contratos) indicava 12,05%, de 12,11% ontem. O DI para janeiro de 2021 (53.365 contratos) estava em 12,48%, de 12,60 no ajuste anterior.
(Agência Estado)





