Desceu
Bradesco
Subiu
Qualicorp

Apagão
A Bovespa apagou ontem praticamente todo o ganho acumulado nas quatro sessões anteriores. Pressionada pela mão vendedora do investidor estrangeiro, o índice teve queda disseminada pela maioria das ações, tendo Vale e Petrobras entre os destaques negativos da sessão.

Em baixa
O Ibovespa terminou a sessão com baixa de 1,43%, aos 46.715,91 pontos. Na mínima, registrou 46.614 (-1,65%) e, na máxima, 47.388 pontos (-0,01%). No mês, acumula perda de 1,94% e, no ano, de 9,30%. O giro financeiro totalizou R$ 5,336 bilhões.
A estatal divulgaria ontem seu balanço do último trimestre do ano passado. O mercado desde ontem começou a trabalhar com a possibilidade de um reajuste dos combustíveis - ou ao menos com uma sinalização disso na apresentação de seu plano de metas. Com o estrangeiro na venda, ficou difícil sustentar qualquer vontade mais otimista em relação às ações e Petrobras ON caiu 2,64% e a PN, 2,21%.

Fraco
Vale também teve um desempenho bastante fraco, na esteira de suas semelhantes no mercado externo e todas reagindo à perspectiva de desaceleração da economia chinesa. A ação ON recuou 3,45% e a PNA, 2,55%, ambos acumulando mais de 5% de perdas em apenas duas sessões.

Siderúrgicas
Siderúrgicas também recuaram: Gerdau PN, -1,64%, Metalúrgica Gerdau PN, -1,73%, Usiminas PNA, -1,86%, e CSN ON, -3,50%.

Ações
A lista de maiores baixas foi liderada por All ON (-6,48%), Light ON (-3,78%) e Bradesco ON (-3,53%). A de maiores altas foi liderada por Anhanguera ON (+5,24%), Estácio ON (+3,39%) e Qualicorp ON (+2%).

Câmbio
O dólar fechou em queda pela quinta sessão consecutiva e no menor patamar desde 17 de dezembro de 2013, favorecido pelo declínio registrado no exterior ante algumas moedas. O dólar à vista no mercado de balcão encerrou com baixa de 0,21%, cotado a R$ 2,339. O dólar para março recuava um pouco menos no horário acima, cotado a R$ 2,3435 (-0,09%), com movimento de US$ 16 bilhões.

Juros
No fim do pregão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2014 (103.955 contratos) projetava 10,591%, ante 10,578% no ajuste de anteontem. O DI para janeiro de 2015 (242.360 contratos) apontava 11,02%, de 11,05% no ajuste anterior. No trecho intermediário e longo, o DI para janeiro de 2017 (350.860 contratos) tinha taxa de 12,08%, de 12,16% anteontem. O DI para janeiro de 2021 (41.720 contratos) estava em 12,59%, de 12,71% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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