MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Petrobras
Desceu
VALE
Volatilidade
A Bovespa teve um pregão bastante volátil e trabalhou o dia todo entre altas e baixas, sem tomador final. À tarde, porém, as ações da Petrobras, que também vinham titubeando, se firmaram em elevação e garantiram o pequeno avanço do Ibovespa no fechamento.
Negócios
Assim, o principal índice à vista da Bolsa terminou com variação positiva de 0,03%, aos 47.393,50 pontos, no quarto fechamento seguido em alta. Na mínima, registrou 46.991 pontos (-0,82%) e, na máxima, em 47.539 pontos (+0,33%). No mês, acumula perdas de 0,51% e, no ano, de 7,99%. O giro financeiro totalizou R$ 5,264 bilhões.
Combustíveis
Petrobras passou a subir com firmeza à tarde, em meio a rumores no mercado de que a empresa possa conseguir um reajuste dos combustíveis. A estatal divulga hoje seu balanço do quarto trimestre do ano anterior e o boato pode ter surgido, segundo um profissional, porque, quando divulgou os números do terceiro trimestre, a estatal anunciou a proposta de uma fórmula de gatilho para os reajustes. Petrobras ON fechou em alta de 1,79% e a PN, de 2,47%.
Minério
Vale, por outro lado, recuou 2,72% na ON e 2,78% na PNA. A empresa divulga na amanhã o balanço, mas o desempenho negativo de ontem foi atribuído à queda recente do preço do minério de ferro e também a notícias sobre o mercado imobiliário chinês.
Recomendação
Gerdau PN subiu 2,89%, depois que o BofA Merrill Lynch elevou sua recomendação para os papéis de neutro para compra, com preço-alvo de R$ 20,00. Metalúrgica Gerdau PN avançou 2,81%. Usiminas PNA caiu 2,11% e CSN ON perdeu 1,59%.
Fusão
All ON disparou 8,90% e liderou as altas do Ibovespa, com a confirmação da fusão entre a empresa de logística e a Rumo, controlada da Cosan, e detalhamento da proposta.
EUA
O Dow Jones operou em alta de 0,96%, o S&P, de 0,91%, e o Nasdaq, de 0,89%.
Câmbio
O dólar à vista no mercado de balcão encerrou com baixa de 0,51%, cotado a R$ 2,3440. Este é o menor patamar de fechamento desde 20 de janeiro.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o DI com vencimento em abril de 2014 (309.510 contratos) apontava 10,579%, ante 10,570% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (364.220 contratos) indicava 11,05%, de 11,06% no ajuste de sexta-feira. No trecho longo e intermediário da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (213.795 contratos) tinha taxa de 12,16%, ante 12,22%. O DI para janeiro de 2021 (36.490 contratos) estava em 12,71%, ante 12,79% no ajuste anterior.
(Agência Estado)





