Subiu
Dow Jones
Desceu
Vale

Em alta
O Ibovespa terminou o dia de ontem com alta de 0,29%, aos 47.288,61 pontos. Na mínima, registrou 46.634 pontos (-1,10%) e, na máxima, aos 47.600 pontos (0,95%). No mês, acumula baixa de 0,73% e, no ano, de 8,19%. O giro financeiro totalizou R$ 5,705 bilhões.

Vale
O anúncio decepcionante sobre a atividade industrial na China, com queda em fevereiro para o menor índice em sete meses, deu um baque na Vale. A ON fechou em baixa de 1,15% e a PNA, de 1%.

Recuperação
A Bovespa, no entanto, conseguiu sair do vermelho e subir embalada pela alta nas bolsas norte-americanas e pela meta fiscal no Brasil. O governo brasileiro anunciou que pretende economizar 1,9% do PIB em 2014, o equivalente a uma economia de R$ 99 bilhões. No mercado, o dado foi considerada factível, mas deve ser fiscalizado mês a mês.

Mal no fim
A Petrobras foi um dos papéis que trabalharam a favor do índice na maior parte do dia, mas penalizaram no final. No fechamento, encerraram em queda de 0,30% para a ON e de 0,28% para a PN.

Nos EUA
A bolsa doméstica seguiu a trajetória das bolsas norte-americanas, a despeito de indicadores bastante ruins, caso do recuo no índice de atividade regional do Fed da Filadélfia. No entanto, a direção do banco suavizou o dado, ao afirmar que o resultado ruim teve o inverno rigoroso como causa, ideia que o mercado comprou.

Aos poucos
Outros dados divulgados ontem foram considerados mistos, mas prevaleceu a percepção de que a economia dos EUA se recupera aos poucos. No encerramento da Bovespa, o Dow Jones subia 0,71%, o S&P, 0,70%, e o Nasdaq, 0,76%.

Câmbio
No fim do dia no balcão, a moeda dos EUA recuou 0,75%, cotada a R$ 2,3740. O giro financeiro no mercado à vista era de US$ 1,059 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. Perto das 16h30 no mercado futuro, o dólar para março recuava 0,90%, cotado a R$ 2,3790. O giro de negócios estava em torno de US$ 19 bilhões.

Juros
No fim do pregão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2014 (32.250 contratos) apontava 10,555%, ante 10,562% no ajuste de anteontem. O DI para janeiro de 2015 (447.035 contratos) indicava mínima de 11,04%, de 11,13% no ajuste anterior. No trecho longo e intermediário da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (375.975 contratos) tinha taxa de 12,33%, ante 12,51%. O DI para janeiro de 2021 (36.270 contratos) estava em 12,89%, ante 13,07%.
(Agência Estado)

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