MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Vale
Desceu
Dólar
Ganhos firmes
A Bovespa terminou ontem em alta, acompanhando o desempenho das bolsas internacionais. Apesar de trabalhar durante toda a sessão com ganhos mais firmes do que lá fora, no encerramento do pregão doméstico, o principal índice à vista registrava variação mais fraca, mas suficiente para o manter no patamar de 48 mil pontos negociado praticamente o dia todo. Com o desempenho de ontem, a Bovespa teve, novamente, uma semana de ganhos, a segunda seguida.
Negócios
O Ibovespa fechou a sessão com alta de 0,81%, aos 48.201,11 pontos. Na mínima, registrou 47.756 pontos (-0,12%) e, na máxima, 48.314 pontos (+1,05%). Na semana, avançou 0,27%, depois de ter subido 0,91% na semana anterior. No mês, acumula valorização de 1,18% e, no ano, cai 6,42%. O giro financeiro totalizou R$ 5,712 bilhões.
EUA
O índice de confiança do consumidor medido pela Reuters/Universidade de Michigan preliminar de fevereiro surpreendeu positivamente ao permanecer estável em 81,2 em relação ao índice final de janeiro, ante previsão de que cairia a 80. E esse foi o que acabou sendo a referência no mercado acionário. As bolsas lá chegaram a recuar logo na abertura, mas depois viraram para cima e caminham para fechar no azul. Às 17h25, o Dow Jones subia 0,79%, o S&P, 0,53% e o Nasdaq, 0,14%.
Blue chips
Petrobras, que operou em queda a maior parte da sessão, fechou sem uniformidade, com a ON em +0,07% e a PN, em -0,21%. Vale ON subiu 1,52% e a PNA, 0,65%. O destaque do dia foi All ON, com +19,44%, e Cosan ON (+4,98%), por causa da notícia de que a fusão de ativos da All e da Rumo, controlada da Cosan, avançaram nos últimos dias.
Câmbio
Ao término da negociação, a moeda dos EUA caiu 0,91% no mercado à vista de balcão, cotada a R$ 2,3840. O giro de negócios no mercado à vista de câmbio estava em torno de US$ 1,096 bilhão. No mercado futuro, o dólar recuava 0,46%, a R$ 2,3930.
Juros
No fim do pregão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2014 (400.560 contratos) apontava 10,569% de 10,595% no ajuste de quinta-feira. O DI para janeiro de 2015 (336.245 contratos) tinha taxa de 11,32%, ante 11,38% no ajuste anterior. No trecho intermediário e longo, o DI para janeiro de 2017 (127.495 contratos)estava em 12,69%, de 12,76% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 (14.715 contratos) indicava 13,12%, ante 13,17%.
(Agência Estado)





