MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Vale
Recuo
A Bovespa fechou em queda ontem, à medida que os investidores aproveitaram para realizar lucros após duas sessões seguidas de alta. A falta de fôlego em Nova York e o declínio das ações do setor siderúrgico e da Vale contribuíram para o recuo da bolsa.
Negócios
No término do pregão, o Ibovespa caiu 0,75%, aos 47.710,82 pontos. Na máxima do dia, o índice atingiu 48.136 pontos (+0,13%) e, na mínima, somou 47.465 pontos (-1,27%). No ano, a Bovespa acumula queda de 7,37% e no mês, alta de 0,15%. O volume de negócios totalizou R$ 6,775 bilhões.
Perdas
As perdas da Bovespa foram conduzidas pelas ações da Brookfield, que fechou com recuo de 6,40%. As ações de siderúrgicas também tiveram desempenho ruim, puxadas por ajuste após as altas expressivas na semana passada. Usiminas (-5,04%) e CSN (-3,27%).
Cautela
O fraco desempenho dos mercados acionários em Nova York, que operaram de lado durante quase toda a sessão, foi seguido de perto pela Bovespa.
Enfraquecimento
O sentimento de baixa na bolsa brasileira também foi resultado de dados que mostraram um enfraquecimento da atividade industrial em países emergentes.
Siderúrgicas
As ações da Vale terminaram em queda antes da divulgação de dados importantes da China, que é uma grande consumidora de commodities. Amanhã, saem os números da balança comercial chinesa em janeiro e, na quinta-feira, os índices de preços ao consumidor e ao produtor do mesmo período. Vale PNA (-0,72%) e Vale ON (-1,20%).
Do lado positivo, Petrobras PN subiu 1,11% e Petrobras ON avançou 0,67%. Entre os bancos, Banco do Brasil avançou 2,70% e Santander ganhou 0,61%.
Câmbio
O dólar à vista no balcão fechou cotado na máxima de R$ 2,4070, uma alta de 1,18%. O giro estava em torno de US$ 458,9 milhões por volta das 16h30, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar subia 1,09%, a R$ 2,4200. O volume de negociação estava próximo de US$ 11 bilhões.
Juros
No fim do pregão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em abril de 2014 (28.840 contratos) tinha taxa de 10,560%, igual ao ajuste de sexta-feira. O DI com vencimento em janeiro de 2015 (205.870 contratos) recuava para a mínima de 11,31%, de 11,38% no ajuste de sexta-feira. No trecho longo da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (99.485 contratos) tinha taxa de 12,68%, de 12,65%. o DI para janeiro de 2021 (6.530 contratos) tinha taxa de 13,17%, de 13,10%.
(Agência Estado)





