MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Dólar
Subiu
Sabesp
Valorização
A Bovespa recuperou o nível dos 47 mil pontos ontem e terminou a sessão com valorização de mais de 2%, em um movimento de recuperação depois da queda observada na quarta-feira. O desempenho positivo das bolsas em Nova York, em reação ao relatório melhor que o esperado dos pedidos de auxílio-desemprego, ajudou a dar suporte para os ganhos do mercado acionário brasileiro.
Baixa
No fim do dia, o Ibovespa subiu 2,39%, para 47.738,09 pontos. Na máxima da sessão, o índice atingiu 48.034 pontos (+3,02%) e na mínima registrou 46.632 pontos (+0,02%). A bolsa acumula baixa de 7,32% no ano e sobe 0,21% no mês de fevereiro. O volume de negócios somou R$ 7,186 bilhões - o maior patamar desde 3 de janeiro.
EUA
Em Nova York, o índice Dow Jones subia 0,89%, o S&P 500 tinha alta de 0,94% e Nasdaq avançava 0,94%, por volta das 17h20.
Risco
As ações da Sabesp e da CSN lideram as altas da bolsa ontem. A Sabesp subiu 5,37%, favorecida pela previsão da agência de classificação de risco Fitch Ratings de que o programa de incentivo para redução do consumo de água proposto nesta semana irá gerar um impacto marginal na geração de caixa operacional. Já a CSN avançou 5,70% com notícias de que a Thyssen não venderá mais a CSA.
Blue chips
Entre as blue chips, as ações da Petrobras fecharam em alta, se recuperando da menor cotação desde 2008, registrada ontem devido ao adiamento, do dia 14 para o dia 25 de fevereiro, da divulgação dos resultados da companhia no quarto trimestre. Petrobras PN (+2,75%) e Petrobras ON (+2,62%).
Balanço
A Vale também terminou dia com forte valorização, ajudada pela a expectativa de um balanço positivo referente ao quarto trimestre de 2013 e também pelo fato de o Morgan Stanley ter elevado, ontem, a recomendação para ação PNA da mineradora. O papel subiu 2,87% e o ON teve ganho de 2,27%.
Câmbio
O dólar terminou em queda em relação ao real pela terceira sessão seguida. O dólar à vista no balcão fechou cotado a R$ 2,3830, uma baixa de 0,71%.
Juros
No fim do pregão regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro com vencimento em abril de 2014 (205.025 contratos) projetava taxa de 10,587%, na mínima, ante 10,589% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (302.040 contratos) indicava 11,49%, de 11,46% no ajuste da véspera. No trecho longo da curva, o DI para janeiro de 2017 (172.690 contratos) tinha taxa de 12,73%, ante 12,75% na véspera. O DI para janeiro de 2021 (14.495 contratos) estava em 13,16%, de 13,19% no ajuste de anteontem.
(Agência Estado)





