MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Petrobras
Pontuação baixa
A Bovespa fechou a primeira sessão de fevereiro em forte queda, na pontuação mais baixa desde 12 de julho do ano passado. Os negócios foram afetados pelos contínuos temores em relação às economias emergentes, em meio a dados fracos da atividade industrial da China e dos EUA e da balança comercial brasileira. As perdas acentuadas das bolsas de Nova York intensificaram a aversão ao risco no mercado acionário doméstico.
Negócios
No fim do dia, o Ibovespa caiu 3,13%, para os 46.147,52 pontos. Na máxima do dia, o índice chegou aos 47.623 pontos (-0,03%), e na mínima, atingiu 46.109 pontos (-3,21%). No ano, a bolsa acumula baixa de 10,41%. O volume de negócios totalizou R$ 6,774 bilhões.
Queda generalizada
No front corporativo, houve queda generalizada das empresas que compõe o Ibovespa. As baixas foram conduzidas pela Gafisa (-6,84%). Os papéis da construtora foram penalizados pela perspectiva de que os juros devem continuar subindo, o que colocou pressão sobre as construtoras, em função da dependência do crédito imobiliário para vender seus lançamentos e também pelo endividamento da maior parte delas, afirmaram profissionais do mercado.
Blue chips
Os papeis da Petrobras também estavam entre as maiores perdas do índice. Petrobras PN (-0,85%) e Petrobras ON (-4,87%). Entre as siderúrgicas, CSN terminou a sessão com declínio de 5,09%. No setor de mineração, Vale PNA perdeu 3,00% e Vale ON cedeu 2,78%.
EUA
Em Nova York, perto das 17h30, o índice Dow Jones recuava 1,63%, o S&P 500 caía 1,92% e Nasdaq cedia 2,37%.
Câmbio
O dólar, que iniciou a sessão pressionado por um movimento de realização de lucros, voltou a subir no meio do pregão, com a cotação perto de R$ 2,40 atraindo compradores. O movimento foi fortalecido após os dados da balança comercial.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de DI para abril de 2014 marcava 10,600%, de 10,579% no ajuste de sexta-feira. A taxa do DI para janeiro de 2015 estava em 11,73%, ante 11,69% no ajuste. O DI para janeiro de 2017 apontava 13,07%, de 13,00% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 apontava 13,42%, exatamente no ajuste. Os ganhos foram menores entre os contratos mais longos em função da retração nos yields dos Treasuries.
(Agência Estado)





