MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Juros
Subiu
Dólar
Recuperação
A Bovespa fechou a última sessão do mês em alta, ajudada pelas ações dos bancos e pela recuperação dos papéis da Petrobras e da Vale. No entanto, o resultado acumulado pela bolsa em janeiro é o pior para esse mês em quase 20 anos. Depois das fortes quedas registradas nas duas últimas sessões, os investidores aproveitaram os preços baixos das ações, o que contribuiu para impulsionar o Ibovespa, apesar do desempenho negativo das bolsas em Nova York.
Negócios
No fim da negociação, a Bovespa subiu 0,84%, aos 47.638,99 pontos. Na máxima do dia, a bolsa atingiu 47.652 pontos (+0,86%) e na mínima somou 46.814 pontos (-0,91%). O Ibovespa fechou o mês de janeiro com baixa de 7,51%, a maior queda desde os 10,77% de janeiro de 1995. O volume de negócios totalizou R$ 6,922 bilhões.
Nervosismo
A Bovespa perdeu o nível dos 47 mil pontos logo na abertura dos negócios, seguindo a queda das bolsas europeias e dos índices futuros em Nova York em meio ao nervosismo em relação à crise nos países emergentes.
Volatilidade
Apesar da continuidade do clima negativo no exterior, a Bovespa conseguiu inverter a trajetória de queda à tarde e atingiu máximas na sessão, impulsionada pela alta dos papéis da Petrobras. Segundo um operador ouvido pelo Broadcast, bancos e corretoras estrangeiros lideram as compras das ações da companhia. Na reta final do pregão, os papéis registraram volatilidade em meio ao andamento da reunião do conselho de administração da estatal. Petrobras PN ficou estável e Petrobras ON subiu 0,95%. Ainda entre as altas da bolsa, as ações PNA e ON da Vale subiram 0,81% e 1,69%, respectivamente.
Bancos
No setor financeiro, as ações dos bancos apresentaram forte alta. Bradesco PN (+1,71%), Itaú Unibanco PN (+2,57%) e Banco do Brasil (+3,68%). Santander Unit, ao contrário, recuou 1,31%.
Câmbio
O dólar à vista no balcão terminou cotado a R$ 2,4180, uma leve alta de 0,08%, depois de oscilar entre a mínima de R$ 2,4090 (-0,29%) e a máxima de R$ 2,4370 (+0,87%).
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de DI para abril (88.375 contratos) de 2014 marcava 10,580%, de 10,590% no ajuste de anteontem. A taxa do DI (721.145 contratos) para janeiro de 2015 estava em 11,69%, ante 11,63% no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2017 (290.865 contratos) apontava 13,00%, de 12,93% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 (40.345 contratos) apontava 13,42%, de 13,31% anteontem.
(Agência Estado)





