Desceu
CSN
Subiu
Vale

Indicadores ruins
A Bovespa fechou em queda ontem, acompanhando as perdas dos mercados em Nova York, após a divulgação de indicadores ruins sobre a economia norte-americana e com a expectativa pela reunião do Federal Reserve, que termina amanhã. Com a retração, a Bolsa renovou sua mínima desde 7 de agosto e já acumula perdas de 7,39% este ano.

Oscilação
O Ibovespa fechou com queda de 0,18%, aos 47.701,05 pontos, após ter oscilado entre a mínima de 47.492,69 pontos (-0,62%) e a máxima de 48.146,88 pontos (+0,75%). O volume de negociação ficou em R$ 5,74 bilhões.

Desempenho fraco
Entre os destaques de queda apareceram Oi (-4,94%), Energias BR (-4,12%) e CSN (-3,81%). No campo positivo os ganhos foram liderados por Brookfield (+4,03%), ALL (+2,15%) e Itaúsa (+2,07%). As blue chips Petrobras (ON -0,43% e PN +0,07%) e Vale (ON -0,42% e PN -0,31%) tiveram desempenho fraco. No mesmo horário, em Nova York o Dow Jones subia 0,19%, o S&P 500 tinha queda de 0,03% e o Nasdaq registrava desvalorização de 0,54%.

Capitalização
Ontem a controladora da Brookfiled admitiu que está avaliando alternativas estratégicas, incluindo a capitalização por meio da emissão de novas ações e a realização de oferta pública de aquisição das ações (OPA) para fins de cancelamento do registro de companhia aberta na categoria A e saída do Novo Mercado da BM&FBovespa. Fora do Ibovespa, o destaque de alta ficou por conta de B2W (+41,61%), favorecida por anúncio de um aumento de capital de R$ 2,38 bilhões. O setor financeiro também teve uma boa performance, com a expectativa com a temporada de balanços corporativos, que começa esta semana.

Câmbio
O dólar à vista no balcão subiu 1,04%, a R$ 2,4220. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 1,14 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio na BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para fevereiro avançava 0,94%, a R$ 2,4270. O volume de negociação estava perto de US$ 18,33 bilhões.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de DI para abril de 2014 (42.955 contratos) marcava 10,491%, de 10,475% no ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2015 (116.605 contratos) estava em 11,20% - na máxima do pregão -, de 11,13% no ajuste de sexta-feira. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (118.505 contratos) apontava 12,73%, de 12,61%. O DI para janeiro de 2021 (6.505 contratos) mostrava 13,27%, de 13,13% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

mockup