MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Petrobras
Subiu
Vale
Menor patamar
A Bovespa fechou no menor patamar em mais de cinco meses pelo segundo dia seguido, em meio à aversão ao risco que se propagou pelos mercados financeiros desde a quinta-feira. Os temores dos investidores com a situação das economias emergentes surgiram após dados econômicos dos EUA e da China gerarem dúvidas sobre a capacidade desses países de conduzirem a recuperação da economia global.
Ibovespa
No fim da sessão, o Ibovespa caiu 1,10%, para 47.787,38 pontos. Na máxima da sessão, a bolsa atingiu 48.327 pontos (+0,01%) e na mínima, registrou 47.494 pontos (-1,71%). O índice acumula queda de 7,22% no ano e no mês de janeiro. O volume de negócios totalizou R$ 6,767 bilhões.
Davos
Entre os componentes do Ibovespa, as ações PN e ON da Petrobras fecharam em queda de 2,39% e 2,56%, respectivamente. Um analista comentou que as declarações da presidente Dilma Rousseff em Davos sobre controle de inflação intensificam a percepção negativa sobre a companhia. "As declarações de Dilma sinalizam que não haverá reajuste dos preços dos combustíveis, o que afeta o interesse pelas ações da companhia."
Bancos
As ações dos principais bancos brasileiro também fecharam o pregão em queda: Banco do Brasil ON (-1,58%), Bradesco (-1,97%) e Itaú Unibanco PN (-1,32%).
Consistência
Na mão contrária, as ações da Vale fecharam com ganhos consistentes, favorecia pela alta do dólar ante real, que chegou a ser cotada em R$ 2,4320 durante a manhã. Vale PNA (+1,71%) e Vale ON (+1,03%).
Câmbio
No mercado de câmbio, o dólar à vista no balcão terminou cotado a R$ 2,3970, uma queda de 0,13%. Por volta das 16h30 o giro estava em torno de US$ 1,62 bilhão. O dólar para fevereiro caía 0,19%, a R$ 2,4010. O volume de negociação era próximo de US$ 20,73 bilhões.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para abril de 2014 (249.480 contratos) marcava 10,476%, de 10,506% no ajuste de quinta-feira. A taxa do DI para janeiro de 2015 (467.165 contratos) estava em 11,13%, de 11,16% no ajuste da véspera. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (410.485 contratos) apontava 12,61%, de 12,65% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2021 (32.380 contratos) mostrava 13,13%, de 13,25% no ajuste anterior. Esse movimento das taxas também teve influência de ordens de stop loss, após os DIs atingirem níveis elevados que resultaram na ausência de compradores no mercado.
(Agência Estado)





