Subiu
Ibovespa
Desceu
Dow Jones

Agenda de indicadores
A Bovespa fechou em alta ontem, encerrando uma série de quatro sessões seguidas de queda. Com a agenda de indicadores econômica vazia tanto no Brasil quanto no exterior, a bolsa recebeu suporte da alta acentuada das ações da Petrobras e Vale, após comentários de executivos das duas empresas. As ações da petroleira aceleraram os ganhos durante a tarde e terminaram com alta de 3,07%(ON) e 3,26% (PN).

Volume de negócios
No fim do dia, o Ibovespa subiu 1,56%, para 49.299,66 pontos. Na máxima do dia, o índice alcançou 49.487 pontos (+1,95%) e na mínima, atingiu 48.543 pontos (estável). No ano e no mês de janeiro, a bolsa acumula queda de 4,29%. O volume de negócios somou R$ 6,483 bilhões.

Minério de ferro
Os papéis da Vale terminaram também em alta, reagindo à fala do presidente da mineradora, Murilo Ferreira, de que a queda do preço do minério de ferro na China é uma situação transitória. Vale ON subiu 2,35% e Vale PNA avançou 1,51%.

Aviação
As ações da Gol lideraram as altas e fecharam com ganho de 8,21%, em meio a dados positivos no quarto trimestre de 2013. A companhia teve receita de passageiro por assentos-quilômetro oferecidos (Prask) líquida 24% maior no quarto trimestre ante o mesmo período de 2012. No acumulado de 2013, o crescimento do Prask atingiu 18% sobre 2012. Em dezembro, a Gol registrou alta de 26% no Prask na comparação anual.

Construção civil
Os papéis das construtoras também estavam no grupo das maiores altas: MRV (+7,80%), Brookfield (+4,72%), Cyrela (+5,15%) e PDG (+1,84%).

EUA
As bolsas de Nova York operaram sem direção única ontem, enquanto os investidores digeriam a divulgação de balanços. O mercado também aguarda a divulgação de dados nos EUA, hoje. Perto das 17h20, as bolsas dos EUA operavam sem direção única: índice Dow Jones (-0,20%), S&P 500 (+0,07%) e Nasdaq (+0,40%).

Câmbio
O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,3690, uma alta de 0,30%.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do DI para abril de 2014 (37.010 contratos) marcava 10,492%, de 10,489% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (172.210 contratos) apontava 11,07%, exatamente no ajuste de anteontem. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (111.920 contratos) estava em 12,49%, também igual à véspera. O DI para janeiro de 2021 (18.295 contratos) indicava 13,10%, de 13,07% no ajuste anterior.

(Agência Estado)

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