Subiu
Petrobras
Desceu
Vale

Volatilidade
A Bolsa doméstica teve um pregão volátil e tentou acompanhar as bolsas norte-americanas durante o dia. O desempenho frágil de Vale e siderúrgicas, no entanto, prejudicou o mercado doméstico, que, no final, terminou mais fraco do que o Dow Jones, enquanto S&P e Nasdaq subiam.

Ibovespa
O Ibovespa terminou a sessão com perda de 0,34%, aos 48.542,07 pontos, ainda o menor nível desde 7 de agosto passado. Na mínima, registrou 48.440 pontos (-0,55%) e, na máxima, 49.124 pontos (+0,85%). No mês e no ano, acumula perda de 5,76%. O giro financeiro totalizou R$ 6,695 bilhões, o maior desde 9 de janeiro.

Desaceleração
Vale terminou em baixa superior a 2%, penalizada pelos sinais de desaceleração na economia chinesa, pelo recuo do preço dos metais ao menor preço em mais de seis meses, e pela desvalorização das ações de outras mineradoras na Europa. Vale ON encerrou com perda de 2,23% e a PNA, de 2,37%.

Boatos
Siderúrgicas também contribuíram para puxar o índice Bovespa para baixo ontem, sobretudo Usiminas e CSN, após rumores de que a siderúrgica fluminense poderia se desfazer de uma fatia da Usiminas. Os boatos podem ter surgido, segundo profissionais consultados, após notícias indicando que a CSN pode ter que reaver de volta 100% da Namisa, mesmo sem querer, e que, para isso, terá que desembolsar uma alta quantia. A saída, assim, seria levantar caixa e o mercado especulou que vender ativos, como sua fatia na Usiminas, seria uma opção.
Usiminas ON tombou 5,73%, PNA, 6,46%, e CSN ON, -7,46%. Gerdau PN caiu 1,70% e Metalúrgica Gerdau PN, 1,90%.

Altas
Petrobras e Bancos, por outro lado, subiram. Petrobras ON, +0,35%, PN, +1,05%, Itaú Unibanco PN, +1,41%, Bradesco PN, +1,15%, BB ON, +0,45%. Santander unit, porém, cedeu 2,49%.

Câmbio
O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,3620, uma alta de 0,98%. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 1,41 bilhão, de acordo com dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para fevereiro avançava 0,77%, a R$ 2,3700. O volume de negociação estava perto de US$ 14,71 bilhões.

Juros
Nesse cenário, ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do DI para abril de 2014 (63.495 contratos) marcava 10,490%, de 10,464% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2015 (336.020 contratos) apontava 11,07%, de 11,01% no ajuste de ontem. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (165.370 contratos) estava em 12,49%, de 12,39% na véspera. O DI para janeiro de 2021 (7.495 contratos) indicava 13,07%, de 12,98% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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