MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Dólar
Subiu
Banco do Brasil
Ibovespa reage
A Bovespa fechou em alta ontem ajudada por um movimento de ajuste depois de ter registrado na última quinta-feira o seu pior nível desde agosto do ano passado. Deixando de lado os dados da inflação oficial e números mistos do mercado de trabalho dos EUA, os investidores foram às compras, aproveitando o preço baixo das ações. A recuperação dos papéis de Petrobras, Vale e bancos conduziram o avanço de ontem.
Baixa acumulada
No fim da sessão, o Ibovespa subiu 0,76%, para 49.696,45 pontos. Na mínima do dia, a bolsa atingiu 49.267 pontos (-0,11%) e na máxima alcançou 50.145 pontos (+1,67%). O índice acumula baixa de 3,52% em janeiro e no ano. O volume de negócios totalizou R$ 6,477 bilhões.
Risco reafirmado
Um dia depois de provocar temor no mercado e fazer a bolsa recuar para o nível de pontuação mais baixo desde agosto de 2013, a agência de classificação de risco Standard & Poor's voltou a falar ontem sobre o risco de o Brasil ter seu rating rebaixado. A S&P disse que não está muito otimista com o País em 2014, em meio à piora das contas fiscais e da deterioração da estabilidade macroeconômica.
Emprego cai nos EUA
No cenário internacional, foi divulgado ontem relatório sobre o mercado de trabalho dos EUA, que mostrou a criação de 74 mil empregos em dezembro, muito abaixo das 200 mil novas vagas esperadas pelos analistas. O resultado marcou a menor criação de empregos para um mês em três anos.
Blue chips
Entre as blue chips, as ações da Vale encerraram em direções divergentes após reduzirem os ganhos. Vale ON (+0,53%) e Vale PNA (-0,12%). Petrobras PN subiu 1,72%, enquanto Petrobras ON avançou 1,42%.
Setor financeiro
No setor financeiro, Banco do Brasil liderou os ganhos com avanço de 3,61%. Bradesco (+0,84%) e Itaú Unibanco (+0,49%), ambos refletindo expectativas positivas para os balanços do quarto trimestre de 2013.
Câmbio
O dólar registrou forte queda de 1,34% ontem, para R$ 2,3650. Por volta das 16h30, o giro estava em torno de US$ 1,12 bilhão, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. No mercado futuro, o dólar para fevereiro recuava 1,10%, a R$ 2,3785. O volume de negociação estava próximo de R$ 14,22 bilhões.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato de DI para abril de 2014 (143.000 contratos) estava em 10,21%, de 10,18% no ajuste anterior. Na ponta mais longa da curva a termo de juros, o DI para janeiro de 2017 (269.785 contratos) apontava 12,23%, de 12,34% na véspera. O DI para janeiro de 2021 (18.770 contratos) indicava taxa de 13,02%, ante 13,17% no ajuste anterior.
(Agência Estado)





