Desceu
Dólar

Subiu
Petrobras

Volatilidade
A Bovespa fechou a última sessão da semana em baixa, após atingir os menores patamares da sessão à tarde, reagindo à volatilidade das bolsas em Nova York e à queda das ações da Vale. O apetite por risco dos investidores foi afetado também pela cautela antes da reunião do Federal Reserve (Fed), na próxima semana, e pela agenda de indicadores fraca.

Giro
O Ibovespa fechou em queda de 0,14%, para 50.051,18 pontos. Na máxima, a bolsa atingiu 50.519 pontos (+0,79), e na mínima cedeu para 50.006 pontos (-0,23%). O volume totalizou 5,496 bilhões, segundo dados preliminares. No mês, a bolsa acumula queda de 4,63% e, no ano, declínio de 17,88%.

Baixa liquidez
A Bovespa abriu a sessão em alta, em meio à baixa liquidez e puxada pelas ações da Petrobras e dos bancos. O avanço dos índices futuros em Nova York, impulsionado pela aprovação do acordo orçamentário na Câmara dos Representantes, também contribuiu para os ganhos da bolsa brasileira.

EUA
O índice Dow Jones subia 0,04%, S&P 500 perdia 0,07% e Nasdaq recuava 0,05%.

Ganhos robustos
As ações da Petrobras terminaram o dia com ganhos robustos, após o fraco desempenho nas últimas sessões. Petrobras PN (+1,01%) e Petrobras ON (+0,96%). Entre os bancos, Bradesco PN subiu 0,46% e BB ON avançou 1,26%. Do lado negativo, Vale PNA caiu 0,22% e Vale ON recuou 0,64%.

Câmbio
O dólar à vista terminou a sessão cotado a R$ 2,3350 (-0,34%). O giro, mais uma vez, foi baixo, perto de US$ 911,89 milhões por volta das 16h30, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. Mesmo assim, o dólar subiu 0,13% no acumulado da semana.

Futuro
No mercado futuro, o dólar para janeiro operava estável no horário citado acima, a R$ 2,3445. O volume de negociações estava próximo de US$ 10,37 bilhões. O descasamento entre o à vista e o futuro ocorre após a moeda para janeiro acentuar suas perdas no fim da tarde de ontem, quando o mercado à vista já estava fechado. Ontem, houve um ajuste.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para abril de 2014 (32.200 contratos) estava em 10,06%, de 10,05% no ajuste anterior. O juro para janeiro de 2015 (155.045 contratos) indicava 10,51%, de 10,48% no ajuste de na quarta-feira. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 (228.475 contratos) apontava máxima de 12,03%, ante 12,01% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (10.520 contratos) marcava 12,70%, também máxima, de 12,65% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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