Subiu
Petrobras

Desceu
Vale

Recuperação
A Bovespa se recuperou de parte das perdas registradas durante a sessão e conseguir encerrar em alta, ontem, ajudada pelo avanço dos papéis da Petrobras e dos bancos. Os negócios foram limitados pela cautela dos investidores antes da reunião do Federal Reserve (Fed) na próxima semana. Dados econômicos mistos dos EUA, divulgados ontem, reforçaram a incerteza nos mercados sobre o início do desmonte do programa de compras de bônus mensais do banco central americano.

Ibovespa
A Bovespa seguiu as perdas em Nova York durante praticamente toda a sessão, mas conseguiu ganhar fôlego na reta final dos negócios com o apoio dos papeis da Petrobras e dos bancos, que fecharam em alta. O Ibovespa subiu 0,11%, para 50.121,61 pontos. Na mínima, a bolsa atingiu 49.842 pontos (-0,45%) e na máxima, atingiu 50.331 pontos (+0,53%). O giro financeiro totalizou R$ 5,870 bilhões, segundo dados preliminares. No mês, a bolsa acumula baixa de 4,50%, e no ano, queda de 17,77%.

Altas
As ações Petrobras PN subiram 0,48% e Petrobras ON, 0,26%. Entre os bancos, Itaú Unibanco PN (+0,85%), Bradesco PN (+0,85%), Banco do Brasil ON (+0,80%) e Santander (+0,80%). As ações da fabricante de aviões Embraer terminaram com alta de 0,34%, após avançarem mais de 4% pela manhã com a notícia sobre um novo pedido da American Airlines, de até 150 aviões, que deve acrescentar US$ 2,5 bilhões à carteira de pedidos da companhia brasileira no quarto trimestre.

Baixas
Entre os destaques de queda estavam os papéis da Vale. A ação PNA da mineradora perdeu 0,78%, enquanto a ON caiu 0,43%. As ações da ALL recuaram 1,13%, pressionadas por comentários do ministro dos Transportes, César Borges, que acusou a empresa de não ter feito a manutenção preventiva adequada na ferrovia onde houve um descarrilamento de vagões no mês passado, deixando oito pessoas mortas em São José do Rio Preto (SP).

Câmbio
O dólar operou com forte volatilidade ante o real ontem, terminando a sessão em ligeira alta. O dólar à vista negociado no balcão registrou leve alta de 0,04%, a R$ 2,3430.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para abril de 2014 (86.480 contratos) estava em 10,05%, de 10,07% no ajuste anterior. O juro para janeiro de 2015 (487.565 contratos) indicava 10,48%, igual ao ajuste de anteontem. Na ponta mais longa, o DI para janeiro de 2017 (225.595 contratos) apontava 12,01%, ante 12,07% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (13.645 contratos) marcava 12,65%, de 12,71% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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