Subiu
Vale

Desceu
Braskem

Volatilidade
A Bovespa fechou a primeira sessão da semana em alta, seguindo os ganhos nos mercados acionários internacionais, apesar da volatilidade registrada pelas ações da Petrobras. A negociação foi marcada por uma baixa liquidez, em meio à agenda de indicadores econômicos fraca, tanto no Brasil quanto nos EUA.

Negócios
No fim da sessão de ontem, a Bovespa subiu 0,43%, aos 51.165,38 pontos. Na máxima, o Ibovespa alcançou 51.298 (+0,69%) e na mínima atingiu 50.832 (-0,22%). No mês, a bolsa acumula queda de 2,51% e no ano, declínio de 16,06%. O volume de negócios somou R$ 4,587 bilhões.

Divergência
Em relação ao setor corporativo, as ações da Petrobras encerraram em direções divergentes: ON caiu 0,50% e PN subiu 0,12%. Os investidores receberam bem a entrevista da presidente Graça Foster na imprensa nacional, sinalizando que novos reajustes nos preços dos combustíveis devem acontecer em 2014, mas os papéis continuam a ser penalizados pela falta de transparência na política de reajuste dos combustíveis e pela notícia de que a produção na refinaria Repar, no Paraná, deve ficar parada por um mês.

Perdas
As ações da Braskem lideraram as perdas da bolsa brasileira, afetadas pela informação de que a Petrobras pretende incluir no novo contrato de fornecimento da nafta com a empresa um custo referente à importação desse insumo. A ação PNA da empresa caiu 4,51%

Ganhos
Na mão contrária, as ações da Vale terminaram o pregão em alta, com PNA subindo 0,55% e ON avançando 0,96%, com os dados econômicos positivos da China, um dos seus principais mercados.

Câmbio
O dólar à vista no balcão fechou em queda de 0,51%, a R$ 2,3200, ainda pressionado pelo anúncio de que o Banco Central vai manter seu programa de hedge cambial no próximo ano. Ontem, a autoridade monetária rolou integralmente a primeira parte de um pacote de quase US$ 9,93 bilhões em contratos de swap que vencem no início de janeiro. Além disso, discursos de dirigentes do Federal Reserve mantiveram os investidores cautelosos.

Juros
Ao término da sessão regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para abril de 2014 (72.605 contratos) estava em 10,07%, de 10,08% no ajuste anterior. O juro para janeiro de 2015 (151.040 contratos) indicava 10,58%, de 10,63% na sexta-feira. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (146.845 contratos) apontava 12,15%, ante 12,25%. A taxa do DI para janeiro de 2021 (4.680 contratos) marcava 12,75%, de 12,78% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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