MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Petrobras
Subiu
Ibovespa
Bom humor
A Bovespa fechou a última sessão da semana em alta, seguindo o bom humor nos mercados internacionais com os dados fortes da economia dos EUA e também com o IPCA abaixo da mediana das projeções. Apesar do sinal positivo, a bolsa apagou grande parte dos ganhos na reta final do pregão e não conseguiu sustentar o nível dos 51 mil pontos, pressionada pela queda das ações da Petrobras.
Giro
A Bovespa seguiu o bom humor externo e fechou o dia em alta de 0,31%, aos 50.944,27 pontos. Na máxima, o Ibovespa alcançou 51.365 (+1,14%) e na mínima atingiu 50.610 (-0,35%). Na semana, a bolsa acumulou queda de 2,93% e no ano, declínio de 16,42%. O volume de negócios somou R$ 6,006 bilhões, de acordo com dados preliminares.
Repar
O ponto negativo do pregão foi as ações da Petrobras, que apagaram a alta vista na abertura e passaram quase toda a sessão em queda, chegando até mesmo a levar a Bovespa a entrar brevemente em território negativo à tarde. Petrobras ON fechou com queda de 2,12%, enquanto a ação PN recuou 2,27%. O recuo foi puxado pela saída de estrangeiros após a notícia de que a produção na refinaria Repar, no Paraná, deve ficar parada por um mês. Segundo o Credit Suisse, a notícia é significante, já que a Repar produz 190 mil barris por dia de combustível. "Cada mês que não há produção é equivalente a um aumento de, aproximadamente, US$ 170 milhões em custos com importações ou 6 centavos menos no dividendo ON", avaliou o banco.
Sem direção
Do lado positivo, as ações da Vale perderam força no fim do pregão e fecharam sem direção única. A PNA subiu 0,30% e a ON caiu 0,20%.
Câmbio
O dólar à vista no balcão terminou a sessão em queda de 1,31%, a R$ 2,3320. O giro ficou em torno de US$ 950,10 milhões, segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa. Já no mercado futuro o dólar para janeiro caía 1,18% por volta das 16h30, a R$ 2,3430, com volume de negociação próximo de US$ 16,94 bilhões.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para abril de 2014 (55.490 contratos) estava em 10,08%, de 10,09% no ajuste anterior. O juro para janeiro de 2015 (254.975 contratos) indicava 10,63%, de 10,68% anteontem. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (203.500 contratos) apontava 12,25%, ante 12,28% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (8.475 contratos) marcava 12,78%, de 12,87% no ajuste anterior.
(Agência Estado)





