Mercado Financeiro
Petrobras subiu
Dólar desceu
Pontuação
A Bovespa fechou a primeira sessão da semana no nível mais alto de pontuação desde o início do mês, conduzida pelas ações da Petrobras, Vale, siderúrgicas e construtoras. O forte desempenho da bolsa brasileira refletiu ainda um ajuste aos ganhos recordes registrados pelos índices acionários em Nova York na última sexta-feira, quando o mercado doméstico ficou fechado por conta do feriado da Proclamação da República.
Giro
No fim do dia, o Ibovespa subiu 1,60%, aos 54.307,04 pontos, o maior patamar desde 4 de novembro. Na mínima, registrou 53.452 pontos (estável) e, na máxima, 54.317 pontos (+1,62%). No mês, o índice registra leve avanço de 0,09% e, no ano, queda de 10,90%. O giro financeiro totalizou R$ 10,490 bilhões. Os dados são preliminares.
Apetite por risco
A percepção de que o Federal Reserve (Fed) manterá em curso as atuais medidas de estímulo monetário nos EUA, o detalhamento das reformas econômicas na China e indicadores econômicos e notícias corporativas positivas na Europa alimentaram o apetite por risco ontem nos mercados financeiros. O bom humor externo e o apoio das blue chips ajudaram a Bovespa a reconquistar o patamar dos 54 mil pontos.
Avanço
As ações da Petrobras registraram avanço expressivo, em meio a rumores de que um aumento dos preços dos combustíveis para dezembro será anunciado na próxima sexta-feira. No fim da sessão, o papel PN da companhia teve alta de 4,84%, enquanto o ON subiu 3,78%.
Plano político
Os papéis da mineradora Vale foram impulsionados pela divulgação de um documento pela China, na sexta-feira, que destrinchou o plano político em 15 áreas de atuação e 60 projetos, que parece ir na direção correta do gigante emergente de abrir a economia e favorecer o consumo interno. Vale PNA subiu 2,07% e Vale ON avançou 1,03%.
Câmbio
O dólar à vista no balcão terminou a sessão cotado a R$ 2,2680 (-2,24%), após ter oscilado entre a mínima de R$ 2,2660 e a máxima de R$ 2,3030. A queda porcentual foi a maior de 18 de setembro (-2,97%).
Juro
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para julho de 2014 (67.130 contratos) estava em 10,35%, de 10,39% no ajuste anterior. O juro para janeiro de 2015 (181.025 contratos) indicava 10,74%, de 10,80% na quinta-feira. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (126.750 contratos) apontava 11,68% - na mínima da sessão - ante 11,83%. A taxa do DI para janeiro de 2021 (18.930 contratos) marcava 12,10% - também o menor patamar do dia - de 12,26% no ajuste anterior.





