Volume fraco
A Bovespa fechou ontem em alta, ajudada pelos papéis de Petrobras e Vale, apesar do desempenho quase estável exibido pelos índices em Nova York no fim da tarde. O volume fraco da sessão, em razão de feriado do Dia do Veterano nos EUA, tornou o mercado concentrado em operações domésticas e, segundo analistas, o investidor optou por movimentar as blue chips. A recuperação da bolsa ocorre após o Ibovespa perder mais de 3% na semana passada e chegar ao menor nível desde o início de setembro.

Pregão
No final do pregão, o Ibovespa indicou ganho de 0,72%, aos 52.623,87 pontos. Na mínima do dia, registrou 52.072 pontos (-0,34%) e, na máxima, 52.646 pontos (+0,76%). No mês, acumula baixa de 3,01% e, no ano, de 13,66%. O giro financeiro totalizou R$ 4,763 bilhões.

Desinvestimentos
As ações da Vale ajudaram a conduzir o comportamento positivo da bolsa doméstica, impulsionadas pela decisão da empresa de colocar as ações da Norsk Hydro como parte de seu programa de desinvestimentos. O papel PNA subiu 1,03% e o ON avançou 0,93%. A alta também refletiu, em parte, os dados bons da produção industrial da China anunciados no fim de semana e o relatório do HSBC, que elevou o preço-alvo das ADRs da Vale de US$ 19 para US$ 20,5, o que representa uma potencial valorização de 26,7%.

Ganho
As ações da Petrobras também subiram, enquanto o mercado aguarda a reunião extraordinária do conselho de administração da estatal, hoje, embora a presidente da companhia, Graça Foster, tenha negado que o reajuste dos combustíveis esteja na pauta das discussões. O papel PN da companhia subiu 1,88% e o ON ganhou 2,51%.

Pressão
Na Austrália, o mercado fechou em baixa, pressionado pelos dados de emprego nos EUA e a possibilidade de redução de estímulos pelo Fed. O índice S&P/ASX 200 perdeu 0,3%, para 5.387,1 pontos. Essa é a terceira queda seguida da bolsa australiana.

Câmbio
O dólar à vista no balcão terminou com alta de 0,86%, a R$ 2,3350. Enquanto isso, o dólar para dezembro ganhava 0,90%, a R$ 2,3450 por volta das 16h40.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para abril de 2014 estava na máxima de 10,14%, de 10,12% ajuste anterior. O juro para janeiro de 2015 indicava 11,01%, de 10,96% no ajuste de sexta-feira e ante máxima intraday de 11,02%. O DI para janeiro de 2017 apontava 12,22%, ante 12,11%. A taxa do DI para janeiro de 2021 marcava 12,62%, de 12,51% no ajuste anterior.

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