MERCADO FINANCEIRO
Dólar sobe
Ibovespa desce
Menor nível
O sinal negativo das bolsas internacionais contaminou o desempenho da Bovespa, que retornou aos 53 mil pontos pressionada pelo recuo disseminado dos papéis do índice. O desempenho em alta de Vale durante o dia vinha amenizando as perdas, mas, no final, até mesmo essas ações caíram. As perdas acabaram sendo generalizadas na Bolsa, que terminou no menor nível em quase um mês.
Ibovespa
O Ibovespa terminou a sessão em baixa de 1,11%, aos 53.831,85 pontos, menor patamar desde 11 de outubro (53.149,62 pontos). Na mínima, registrou 53.731 pontos (-1,30%) e, na máxima, 54.539 pontos (+0,19%). No mês, acumula perda de 0,78% e, no ano, de 11,68%. O giro financeiro totalizou R$ 6,807 bilhões.
Vale
A expectativa com o balanço trimestral da Vale, hoje à noite, deu sustentação aos papéis durante toda a sessão. Mas, nos minutos finais, os papéis acabaram virando para o vermelho e assim ficaram até o fechamento. Vale PNA caiu 0,73% e a ON, 0,18%.
Petrobras
Durante o dia, Petrobras contribuiu em alguns momentos para suavizar a trajetória de queda do Ibovespa. Os papéis preferenciais oscilaram o pregão todo entre altas e baixas, também diante da expectativa do que pode sair da discussão do gatilho para o reajuste dos combustíveis. No final, Petrobras ON terminou com perda de 0,51% e a PN avançou 0,15%.
Bancos
Os bancos também recuaram. Bradesco PN cedeu 1,33%, Itaú Unibanco PN, 1,65%, BB ON, 1,44% e Santander unit, 1,03%.
Câmbio
No balcão, o dólar à vista terminou cotado a R$ 2,290, em alta de 1,96%. Este é o maior patamar de fechamento para a moeda desde 6 de setembro deste ano. Já o ganho porcentual foi o maior desde 16 de agosto. Ontem, o dólar oscilou no território positivo durante toda a sessão. Na cotação mínima do dia, vista na abertura, a moeda atingiu R$ 2,250 no balcão (+0,18%) e, na máxima, às 13h05, marcou R$ 2,2940 (+2,14%).
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para abril de 2014 (71.265 contratos) estava em 10,04%, de 10,03% no ajuste anterior. O juro para janeiro de 2015 (338.140 contratos) indicava 10,71%, de 10,62% no ajuste de segunda-feira. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (354.770 contratos) apontava 11,86%, ante 11,65% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (22.240 contratos) marcava 12,29%, de 12,05% no ajuste anterior.





