Subiu
Guerdau

Desceu
OGX

Fim de mês
A queda de quase 40% das ações da OGX em outubro prejudicaram a Bovespa, mas não impediram o quarto mês seguido de ganhos. O principal índice da Bolsa paulista evoluiu de 3,67% no período, ou 14,32% em quatro meses. Ontem, mesmo com o desempenho da petrolífera de Eike Batista, o índice fechou no azul.

Recuperação
O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,15%, aos 54.256,20 pontos. Na mínima, registrou 53.602 (-1,05%) e, na máxima, 54.466 (0,54%). Com o resultado de outubro, reduziu as perdas acumuladas em 2013 a 10,99%. O giro financeiro foi ontem de R$ 7,929 bilhões.

OGX
A despedida de OGX do Ibovespa foi destaque no pregão. Na mínima, o papel chegou a R$ 0,11, mas fechou em R$ 0,13, queda de 23,53%. Foi a maior baixa do índice. Foi o último pregão da OGX no Ibovespa, já que houve pedido de recuperação judicial. A participação será redistribuída pelas demais ações do índice, proporcionalmente.

Blue chips
Petrobras fechou em alta de 3,06% na ON e de 2,41% na PN. Vale também subiu, mas menos: ON, de 2,08%, e PNA, de 0,83%.

Gerdau
O setor siderúrgico teve mais destaques, com o resultado do terceiro trimestre de Gerdau. A empresa anunciou lucro líquido de R$ 642 milhões no período, 57,4% a mais do que nos mesmos três meses de 2012.

Maiores altas
Metalúrgica Gerdau PN subiu 5,19%, e Gerdau PN 4,68%, respectivamente a segunda e terceira maiores altas do Ibovespa, atrás de MMX ON, com 41,67%. Usiminas encerrou em 1,71% na PNA e em 0,88% da ON. CSN subiu 2,01%.

Pressão
A Bovespa operou em queda em boa parte do dia, pressionada pelas bolsas norte-americanas. Após comunicado divulgado anteontem pelo Federal Reserve, a avaliação é de que não dá para excluir dezembro das apostas para que o BC norte-americano inicie a retirada de estímulos à economia.

Nos EUA
As bolsas caíram, mas passaram a operar perto da estabilidade. Às 17h32, o Dow Jones registrava variação de -0,12%, S&P, de -0,06%, e o Nasdaq, de -0,04%.

Câmbio
O dólar à vista teve alta de 1,64%, a R$ 2,2310. É o maior patamar desde 27 de setembro (R$ 2,2590). Na mínima de ontem, marcou R$ 2,1950 (estável) e, na máxima, R$ 2,2360 (1,87%).

Juros
A taxa do contrato futuro de juro para abril de 2014 (97.825 contratos) estava em 10,00%, de 9,97% no ajuste anterior. Para janeiro de 2015 (278.710 contratos), indicava 10,57%, de 10,53%. O DI para janeiro de 2017 (290.870 contratos) apontava 11,47%, ante 11,30%. Para janeiro de 2021 (13.335 contratos), marcava 11,84%, de 11,67% na véspera. (Agência Estado)

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