MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Petrobras
Desceu
Dólar
Voto de confiança
O fiasco do resultado do terceiro trimestre da Petrobras foi anulado no mercado acionário pela nova proposta de precificação da gasolina sugerida pela empresa ao próprio conselho de administração. Com isso, os investidores deram um voto de confiança à gestão de Graça Foster e os papéis dispararam na Bolsa.
Em alta
O Ibovespa terminou o dia em alta de 1,70%, aos 55.073,37 pontos. Na mínima, registrou 54.070 (-0,15%) e, na máxima, 55.076 (+1,70%). No mês, acumula alta de 5,23% e, no ano, perda de 9,64%. O giro financeiro totalizou R$ 6,788 bilhões.
Mais previsível
A decisão sobre uma nova metodologia para reajuste de preços da Petrobras virá apenas em 22 de novembro, mas o informe animou os investidores. Segundo o diretor financeiro Almir Barbassa, a proposta deve conter uma previsibilidade da geração de caixa da companhia e será possível retornar aos indicadores de alavancagem estabelecidos internamente.
Balanço
Sobre o balanço, a avaliação do mercado foi de que resultado foi fraco e decepcionou. A estatal anunciou lucro líquido de R$ 3,395 bilhões de julho a setembro, 39% a menos do que os R$ 5,567 bilhões do mesmo período de 2012. O Ebitda foi de R$ 13,091 bilhões, queda de 8,9% na comparação com o terceiro trimestre de 2012.
Maiores altas
A Petrobras ON saltou 9,83% e movimentou R$ 492,804 milhões, enquanto a PN avançou 7,57%, com giro de R$ 1,425 bilhão. A terceira maior alta do Ibovespa foi a Eletropaulo PN (+6,26%).
OGX
Ao longo da sessão, OGX desabou 24% e continha a alta do índice, mas acabou fechando estável.
Nos EUA
Nos Estados Unidos, as bolsas operavam quase no zero a zero: Dow Jones avançava 0,01%, S&P valorizava 0,14% e o Nasdaq caía 0,14%.
Câmbio
Após ter caído para abaixo dos R$ 2,20 na última sexta-feira, o dólar fechou em queda de 0,32%, cotado a R$ 2,1820. No leilão diário de swap cambial (venda de dólares no mercado futuro), o BC vendeu 10 mil contratos, injetando US$ 496,2 milhões no sistema. A operação fez parte do programa, anunciado em agosto, de intervenções diárias do BC.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (59.745 contratos) estava em 9,590%, de 9,574% no ajuste anterior. Para janeiro de 2015 (95.940 contratos) indicava 10,51%, de 10,47%. Para janeiro de 2017 (115.795 contratos) apontava 11,30%, ante 11,28%. A taxa do DI para janeiro de 2023 (10.910 contratos) estava em 11,72%, ante 11,74%. (Agência Estado)





