MERCADO FINANCEIRO
Desceu
OGX
Subiu
Petrobras
OGX
As ações da OGX desequilibraram o desempenho do Ibovespa nesta sexta-feira ao trabalharem com queda de dois dígitos e serem a principal âncora a manter o índice Bovespa no terreno negativo. O desempenho firme das ações da Petrobras serviu de contraponto, mas siderúrgicas e bancos também caíram e o final foi a terceira sessão seguida no vermelho.
Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,32%, aos 54.154,15 pontos, e acumulou -4,08% em três sessões. Na mínima, registrou 54.141 pontos (-1,34%). Na máxima, 54.911 pontos (+0,06%). Na semana, acumulou queda de 2,21%. No mês, ainda sobe 3,47%, mas, em 2013, tem perda de 11,15%. O giro financeiro seguiu fraco e totalizou R$ 5,447 bilhões.
Petrobras
Em contrapartida, outra petrolífera subiu e anulou parte da queda. Petrobras ON subiu 1,41% e PN, 1,37%, com investidores indo às compras à espera do que viria no balanço trimestral que seria divulgado ontem à noite.
Bancos
Banco do Brasil também teve bom desempenho ao subir 1,16%. A instituição informou que elevou o limite de participação de estrangeiros no seu capital. Foi assinado na última quinta-feira um decreto presidencial que eleva o limite da participação de estrangeiros no capital do banco de 20% para até 30%. Outros bancos caíram: Bradesco PN, -0,65%, Itaú Unibanco PN, -0,51%, Santander unit, -0,53%.
Vale
Vale teve bastante volatilidade e, no final, a ação ON subiu 0,06% e a PNA ficou estável. Siderúrgicas recuaram. Gerdau PN teve perda de 1,83%, Metalúrgica Gerdau PN, de 1,38%, Usiminas PNA recuou 0,44%, e CSN ON, 1,52%.
Maiores
A lista de maiores altas tinha ainda Lojas Renner ON na segunda posição(+1,76%). Atrás de OGX, MMX ON perdeu 7,95% e foi a segunda maior baixa, seguida por Rossi ON (4,65%).
EUA
Nos EUA, as bolsas subiam: Dow Jones, +0,16%, S&P, +0,24%, e Nasdaq, +0,23%.
Câmbio
O dólar à vista negociado no balcão encerrou o dia em baixa de 0,68%, a R$ 2,1890. Na cotação máxima da sessão, vista às 9h17, a moeda atingiu R$ 2,1940 (-0,45%) e, na mínima, às 11h19, marcou R$ 2,1810 (-1,04%). O giro financeiro à vista totalizava US$ 1,307 bilhão perto das 16h30, conforme a clearing de câmbio da BM&FBovespa, sendo US$ 1,200 bilhão em D+2. No mercado futuro, o dólar para novembro caía 0,79%, a R$ 2,19150.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2015 (177.935 contratos) indicava 10,47%, de 10,52% no ajuste anterior. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (165.350 contratos) apontava 11,28%, ante 11,37% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (8.485 contratos) estava em 11,64%, ante 11,73% no ajuste desta quinta, 24.
(Agência Estado)





