MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Eletropaulo
Desceu
OGX
Sequência
A Bolsa de Valores de São Paulo reafirmou ontem o patamar de 56 mil pontos, ao fechar em alta pela terceira sessão seguida. O índice seguiu o desempenho favorável das bolsas internacionais, garantido pelo resultado do relatório de trabalho norte-americano de setembro. Porém, a Petrobras, que anteontem disparou com o resultado do leilão da área de Libra, não ajudou. Uma realização de lucros fez os papéis recuarem.
Nova alta
O Ibovespa terminou a sessão com ganho de 0,68%, aos 56.460,38 pontos, o maior nível desde 18 de março (56.972,96). A mínima foi 55.898 pontos (-0,32%) e a máxima, 56.720 (1,15%). No mês, acumula ganho de 7,88% e, no ano, perda de 7,37%. O giro financeiro foi de R$ 6,450 bilhões.
Siderúrgicas
Os destaques positivos foram Vale e siderúrgicas. Vale ON avançou 1,44% e PNA, 1,33%. Gerdau PN subiu 3,24%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,64%, Usiminas PNA, 2,68%, CSN ON, 4,11%. Petrobras ON caiu 1,64% e PN, 1,75%.
Destaques
A lista de maiores altas do Ibovespa foi liderada por Eletropaulo PN (7,19%), Gol PN (6,50%) e CSN ON (4,11%), com as maiores quedas de OGX ON (-2,27%), Souza Cruz ON (-1,93%) e Natura ON (-1,84%).
Bancos
Bradesco PN teve valorização de 1,44%, Itaú Unibanco ON, de 0,54% e BB ON, de 0,18%. Santander unit caiu 0,58%.
Nos EUA
O Dow Jones operava em alta de 0,62%, o S&P, de 0,68%, e o Nasdaq, de 0,33%. O desempenho das ações nos EUA foi sustentado pelo relatório do mercado de trabalho, divulgado ontem com atraso pela paralisação do governo no início do mês. O país criou 148 mil empregos em setembro, abaixo da previsão de 180 mil. A taxa de desemprego caiu para 7,2%, de 7,3% em agosto, ante previsão de que ficasse em 7,3%. A leitura é de que a fraqueza na criação de vagas deve adiar o início da retirada dos estímulos da economia e isso deu impulso às ações.
Câmbio
O dólar à vista negociado no balcão terminou em baixa de 0,18%, a R$ 2,1740. Na máxima do dia, às 10h24, marcou R$ 2,190 (0,55%) e, na mínima, às 12h35, R$ 2,1670 (-0,51%). No mercado futuro, o dólar para novembro caía 0,32%, a R$ 2,1745.
Juros
A taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2015 (473.675 contratos) indicava 10,53%, de 10,57% no ajuste anterior. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (241.805 contratos) apontava 11,45%, ante 11,53% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (7.675 contratos) estava em 11,88%, ante 11,95% ontem.
(Agência Estado)





