Desceu
Petrobras

Subiu
Dólar

No fim
As blue chips sustentaram os ganhos pela manhã e empurraram a Bovespa para baixo na tarde de ontem. Nos ajustes finais, entretanto, o índice virou e registrou alta. O exercício de opções sobre ações e a expectativa com o leilão de Libra na segunda-feira penalizaram os papéis.

Leve
O Ibovespa terminou com ganho de 0,04%, aos 55.378,46 pontos. Na mínima, foi a 55.004 pontos (-0,64%) e, na máxima, a 56.052 pontos (+1,25%). Na semana, subiu 4,19%, com alta acumulada no mês de 5,81% e queda de 9,14% no ano. O giro financeiro totalizou R$ 6,972 bilhões.

Temores
A queda à tarde foi puxada por Petrobras e Vale, em parte pela movimentação em torno do exercício de opções sobre ações na segunda-feira. Petrobras ON perdeu 0,88% e a PN, 1,54%. O leilão de Libra, também na segunda, é outra explicação para o desempenho frágil. Investidores temem o fracasso na venda. Os petroleiros estão em greve devido ao leilão.

Vale
Vale, que mais cedo reagiu em alta aos dados da China, virou para baixo, embora a ON voltasse a subir. Vale ON subiu 0,06% e a PNA caiu 0,50%.

Siderúrgicas
Gerdau PN recuou 2,16% e Metalúrgica Gerdau PN, 1,69%. Usiminas PNA caiu 1,06% e ON, 0,99%. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu temporariamente a 2% a alíquota do Imposto de Importação e chapas grossas de aço carbono.

China
A China divulgou ontem que o PIB avançou 7,8% no terceiro trimestre ante igual período de 2012, acima da alta de 7,5% do segundo trimestre. A produção industrial teve evolução de 10,2% em setembro sobre o mesmo mês de 2012.

Reflexos
Os dados da China impulsionaram as bolsas europeias e norte-americanas, favorecidas por balanços corporativos. O Dow Jones teve ganho de 0,18%, aos 15.399,65 pontos, o S&P, de 0,65%, aos 1.744,50 pontos, e o Nasdaq, de 1,32%, aos 3.914,28 pontos. Na semana, as bolsas registraram, respectivamente, altas de 1,07%, 2,42%, e 3,23%.

Câmbio
O dólar fechou em alta de 0,56%, a R$ 2,1740. A mínima do dia foi de R$ 2,1490 (-0,60%) e a máxima, de R$ 2,1780 (+0,74%). No mercado futuro para, novembro avançou 1,04%, a R$ 2,1830.

Juros
A taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (22.825 contratos) marcava 9,564%, de 9,554% no ajuste anterior. Para janeiro de 2015 (450.920 contratos) indicava 10,51%, de 10,42% anteontem. Para janeiro de 2017 (183.560 contratos) era 11,43%, ante 11,25% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (6.095 contratos) estava em 11,86%, ante 11,72%. (Agência Estado)

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