Desceu
Papéis de siderúrgicas

Subiu
Ações de financeiras

Fim da série
Em dia de ata do Copom e após o Congresso norte-americano ter aprovado o acordo sobre o prazo do teto fiscal, a Bovespa operou ontem no mesmo sentido do Dow Jones, em queda. Assim, interrompeu uma sequência de seis altas consecutivas.

Em queda
O Ibovespa terminou em baixa de 1,10%, aos 55.358,13 pontos. Na mínima, registrou 55.146 pontos (-1,48%) e, na máxima, 56.168 pontos (+0,35%). No mês, acumula ganho de 5,77% e, no ano, queda de 9,18%. O giro financeiro totalizou R$ 7,737 bilhões.

OGX
Líder de alta do índice nos três últimos pregões, a OGX devolveu ontem parte do desempenho acumulado, de quase 124% no período. Os papéis lideraram as perdas, em processo atribuído pelos profissionais a uma realização de lucros.

Siderurgia
A pressão de baixa no Ibovespa veio ainda do setor siderúrgico, prejudicado por relatórios do Bank of America (BofA) e UBS. O BofA reduziu a recomendação de Gerdau e Usiminas para neutro e reiterou recomendação underperform para CSN. Além disso, reduziu o preço alvo das ações.

Para baixo
Caíram Gerdau PN (-3,93%), Metalúrgica Gerdau PN (-4,54%), Usiminas PNA (-6,12%), Usiminas ON (-5,93%) e CSN ON (-1,45%).

Petrobras
A Petrobras também pressionou o índice, com a queda de 0,76% na ação PN. A ON subiu 0,18%, puxada pela forte atuação de um investidor estrangeiro na compra. A Vale ON teve ganho de 1,19% e a PNA, de 1,49%.

Bancos
No setor financeiro, os papéis subiram, estimulados pela ata do último encontro do Copom. O documento sinalizou que o ciclo de alta não acabou. Bradesco PN subiu 0,37%, Itaú Unibanco PN, 1,04%, BB ON caía 0,04%, e Santander Unit subia 0,26%.

EUA
Nos EUA, depois de operar em queda o dia todo, o Dow Jones melhorou a minutos do final e fechou com -0,01%, aos 15.371,65 pontos. O S&P subiu 0,67%, para o nível recorde de 1.733,15 pontos, e o Nasdaq teve valorização de 0,62%, aos 3.863,15 pontos.

Câmbio
No mercado à vista de balcão, o dólar encerrou em baixa de 0,64%, a R$ 2,1620. É o menor patamar de fechamento desde 14 de junho deste ano, quando terminou a R$ 2,1440.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (67.315 contratos) marcava 9,555%, de 9,544% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 (458.995 contratos) foi de 10,42%, de 10,38% ontem. Para janeiro de 2017 (177.710 contratos) apontava 11,25%, ante 11,26% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (10.690 contratos) estava em 11,72%, ante 11,75% no ajuste anterior. (Agência Estado)

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