MERCADO FINANCEIRO
Sobe
Bovespa
Desce
Dow Jones
Bovespa
A Bovespa contrariou as bolsas norte-americanas ontem e operou com alta firme, impulsionada principalmente pela disparada das ações da OGX. O exercício de Ibovespa futuro manteve os investidores na ponta compradora e nem mesmo a notícia de que as negociações no Senado dos EUA sobre um acordo fiscal foram suspensas fez com que o mercado doméstico virasse.
Alta
O Ibovespa terminou em alta de 1,50%, aos 54.980,64 pontos, depois de registrar 55.190 pontos (+1,88%) na máxima da sessão. Na mínima, caiu 0,22% e atingiu os 54.053 pontos. No mês, acumula valorização de 5,05% e, no ano, perda de 9,80%. O giro financeiro subiu ontem e totalizou R$ 9,529 bilhões, o maior desde 30 de agosto (R$ 9,823 bilhões).
OGX
A bolsa doméstica teve praticamente um pregão à parte ontem, já que, embora tenha sentido o baque do noticiário norte-americano, não abandonou o terreno positivo. A disparada das ações da OGX, que se aproximaram de 50% de ganhos na máxima do dia, foi o principal propulsor dos ganhos e a justificativa para o índice ter pisado nos 55 mil pontos.
Explicações
Entre as explicações para tal desempenho estão a notícia veiculada na imprensa ontem de que o dono da petrolífera deixaria a companhia em meio ao processo de reestruturação das dívidas. Também teria favorecido a informação de que os acionistas controladores da MMX, Eike Batista e Centennial Asset Mining Fund LLC, firmaram contrato definitivo com a Impala, divisão da Trafigura e Mubadala, no qual os fundos tornam-se acionistas indiretos com 65% do capital social da MMX Porto Sudeste (PortCo).
EUA
Nos EUA, a notícia de que as negociações no Senado dos EUA foram suspensas enquanto a Câmara trabalha em um projeto separado empurrou os índices para as mínimas. A Câmara iria votar na noite de ontem um projeto para elevar o teto da dívida.
Dow Jones
O Dow Jones terminou em baixa de 0,87%, aos 15.168,01 pontos. O S&P recuou 0,71%, aos 1.698,067 pontos, e o Nasdaq terminou com desvalorização de 0,56%, aos 3.794,01 pontos.
Câmbio
A moeda americana negociada no balcão registrou alta de 0,41%, a R$ 2,1840. Na cotação máxima do dia, vista às 9h55, o dólar marcou R$ 2,1890 (+0,64%) e, na mínima, às 12h59, atingiu R$ 2,1770 (+0,09%). O giro financeiro foi bastante contido ontem. Perto das 16h30, conforme a clearing de câmbio da BM&FBovespa, ele somava US$ 780,7 milhões, sendo US$ 689,2 milhões em D+2. No mercado futuro, o dólar para novembro subia 0,02%, a R$ 2,1920.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (212.605 contratos) marcava 9,535%, de 9,533% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 (271.590 contratos) indicava taxa de 10,36%, de 10,38% ontem.





