MERCADO FINANCEIRO
Desceu
PETROBRAS
Subiu
Dolar
Alívio
A iminência de um acordo nos EUA trouxe alívio aos ativos de risco, como as bolsas, mas foi insuficiente para dar um forte gás à Bovespa. Pressionada pelo comportamento errático e volátil de Petrobras - assim como pela realização de lucros nos bancos -, o Ibovespa teve uma ligeira evolução. Mas suficiente para estacionar o índice nos 53 mil pontos.
Bovespa
O Ibovespa terminou ontem com ganho de 0,29%, aos 53.149,62 pontos. Na mínima, registrou 52.739 pontos (-0,49%) e, na máxima, 53.301 pontos (+0,57%). Na semana, registrou alta de 0,57%. No mês, acumula +1,55% e, no ano, perda de 12,80%. O giro financeiro totalizou R$ 5,115 bilhões.
Encontro
A expectativa de uma solução para a elevação do teto da dívida dos EUA continua a pautar os negócios nos mercados. E ganhou ares otimistas em razão de encontros do presidente dos EUA, Barack Obama, com líderes republicanos. Os senadores que estiveram na reunião saíram animados, apesar de terem dito que um acordo para elevar o teto da dívida e reabrir o governo ainda está distante.
Dow Jones
Em Wall Street, o Dow Jones subiu 0,73%, aos 15.237,11 pontos, o S&P avançou 0,63%, aos 1.703,19 pontos, e o Nasdaq teve evolução de 0,83%, aos 3.791,87 pontos. Na semana, os índices acumularam, respectivamente, +1,09%, +0,75% e -0,42%.
Petrobras
Petrobras ON fechou em baixa de 0,12% e a PN, de 0,28%. Isso impediu que o Ibovespa subisse muito, da mesma forma que as ações dos bancos, em queda, também pressionaram. Neste caso, os investidores embolsaram os ganhos recentes e foram às vendas. Bradesco PN recuou 0,32%, Itaú Unibanco PN, -0,96%, e BB ON, -0,45%. Santander unit virou no final e subiu 0,46%.Vale ON ficou 0,96% mais cara, enquanto Vale PNA teve expansão de 1,51%.
Câmbio
O dólar à vista terminou cotado a R$ 2,180, em leve alta de 0,05%. Na cotação mínima da sessão, vista às 9h18, a moeda atingiu R$ 2,1760 (-0,14%) no balcão e, na máxima, às 9h13 e às 12h50, marcou R$ 2,1880 (+0,41%). Da mínima para a máxima, a oscilação foi de apenas +0,55%. O giro à vista também era contido e, perto das 16h30 de ontem, somava US$ 784,9 milhões conforme a clearing de câmbio da BM&FBovespa, sendo US$ 671,7 milhões em D+2.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (84.860 contratos) marcava 9,540%, de 9,521% no ajuste anterior. O juro para abril de 2014 (83.845 contratos) estava em 9,88%, de 9,82%. O vencimento para janeiro de 2015 (158.940 contratos) indicava taxa de 10,35%, na máxima do dia, de 10,28% ontem.





