MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Petrobras
Subiu
OGX
Recuos
O jogo de empurra entre democratas e republicanos nos Estados Unidos continuou ontem a pesar sobre os ativos e culminou em mais uma sessão de perdas globais. A Bovespa, porém, teve desempenho um pouco melhor do que as bolsas externas, apesar do recuo das blue chips Vale e Petrobras em meio ao fluxo de saída do estrangeiro. O índice sustentou o patamar de 52 mil pontos.
Bovespa
O Ibovespa terminou a sessão em queda de 0,20%, aos 52.312,44 pontos. Na mínima, registrou 51.870 pontos (-1,04%) e, na máxima, 52.556 pontos (+0,26%). No mês, acumula recuo de 0,05% e, no ano, de 14,17%. O giro financeiro foi de R$ 5,530 bilhões.
Petrobras
No mercado doméstico, Petrobras pressionou o índice. A ON caiu 2,20% e a PN, 1,66%. O economista da Elite Corretora, Hersz Ferman, avaliou que pesaram as declarações de ontem da presidente da estatal, Graça Foster, sobre possível reajuste dos combustíveis neste ano, além da proximidade do leilão de Libra.
Vale
Vale seguiu as mineradoras globais. Pesou sobre o setor o PMI chinês, que mostrou queda para 52,4 em setembro ante 52,8 em agosto. Vale ON variou -1,41% e Vale PNA, -0,67%.
OGX
OGX passou oscilou entre estabilidade e 5% de alta. No final, os 5% ganharam e o papel liderou a alta do Ibovespa.
Acusações
Nos EUA, o presidente da Câmara, o republicano John Boehner, apelou ontem aos democratas, ao dizer que o partido de Obama não quer se sentar à mesa de negociação. O líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid, respondeu no plenário que o que emperra o debate são os republicanos, que não concordam em reabrir o governo e aumentar o teto da dívida pública.
Papéis norte-americanos
Nesse cenário, o Dow Jones terminou em baixa de 1,07%, aos 14.776,53 pontos, o S&P recuou 1,23%, aos 1.655,45 pontos, e o Nasdaq perdeu 2%, aos 3.694,83 pontos.
Câmbio
O dólar oscilou em margens estreitas ante o real, em um ambiente de liquidez reduzida. Da cotação mínima para a máxima do dia, a moeda americana variou 0,50%. No fim, terminou em R$ 2,2060, com baixa de 0,05%.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (362.500 contratos) marcava 9,442%, de 9,416% no ajuste anterior e para janeiro de 2015 (299.550) indicava taxa de 10,08%, estável. Para janeiro de 2017 (121.950) apontava 11,16%, de 11,24% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (6.735) estava em 11,71%, ante 11,77% na anterior. (Agência Estado)





