Desceu
Ibovespa

Subiu
Dólar

Aversão a risco
Diferentemente da véspera, quando conseguiu se manter nos 53 mil pontos, a Bovespa sucumbiu à aversão a risco global pautada pela situação fiscal norte-americana. O estrangeiro atuou fortemente na venda, repercutindo também indicadores fracos vindos dos EUA, e nem mesmo um dado positivo da economia chinesa foi suficiente para dar algum fôlego ao mercado doméstico.

Em baixa
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,15%, aos 52.489,86 pontos. Na mínima, registrou 52.296 pontos (-1,51%) e, na máxima, registrou 53.429 pontos (+0,62%). No mês, ainda acumula pequena alta, de 0,29%, enquanto, em 2013, cai 13,88%. O giro financeiro totalizou R$ 5,281 bilhões.

EUA
O Dow Jones terminou em baixa de 0,90%, aos 14.996,48 pontos. O S&P recuou 0,90%, aos 1.678,66 pontos, e o Nasdaq registrou desvalorização de 1,07%, aos 3.774,34 pontos.

Títulos de dívida
Aqui, a notícia de que a Moody's manteve o rating dos títulos de dívida do governo do Brasil em Baa2, mas rebaixou as perspectivas para o rating de positiva para estável, teve mais impacto de manhã. Mas a Bovespa acompanhou NY e caiu, empurrada pela mão do estrangeiro mais forte na venda. Vale ON terminou em baixa de 1,36% e a PNA, de 1,16%. Petrobras ON registrou perda de 0,64% e PN, de 1,28%.

Câmbio
O dólar à vista no balcão encerrou a sessão de ontem em alta de 0,14% ante o real, a R$ 2,2010, numa esperada trajetória de recuperação após a perda de 1,12% da moeda vista ontem. Com um fluxo mais fraco durante a segunda parte dos negócios, a divisa renovou mínimas, chegando a valer R$ 2,1990, em leve alta de 0,05%, mas logo voltou ao patamar de R$ 2,20.

Swap
Seguindo seu cronograma de atuações programadas, o Banco Central vendeu ontem cedo os 10 mil contratos de swap cambial com vencimento em 3 de fevereiro de 2014, que colocou mais uma vez à disposição do mercado, totalizando US$ 498,3 milhões.

Juros
Ao término da sessão regular da BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juros com vencimento em janeiro de 2014 (145.765 contratos negociados) estava em 9,38%, ante 9,39% do ajuste de ontem. Já a taxa do DI para janeiro de 2015 (441.275 contratos) ficou em 10,17%, ante 10,27%. Na ponta mais longa da curva a termo, o DI para janeiro de 2017 (171.505 contratos) marcou 11,28%, ante 11,37%, enquanto o contrato para janeiro de 2021 (4.730 contratos) ficou com taxa de 11,81%, ante 11,83%.
(Agência Estado)

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