Subiu
OGX

Desceu
Bolsa de Londres

Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia na máxima, em alta de 1,61%, aos 53.179,46 pontos. Na mínima, registrou 52.093 pontos (-0,47%). No ano até ontem, acumula perda de 12,75%. O giro financeiro totalizou apenas R$ 5,152 bilhões.

EUA
As bolsas fecharam no azul: Dow Jones subiu 0,41%, aos 15.191,70 pontos, S&P avançou 0,80%, aos 1.695 pontos, e Nasdaq terminou com valorização de 1,23%, aos 3.817,98 pontos, na máxima. A Bolsa de Londres foi a única entre as principais da Europa a fechar em queda, com -0,03%, aos 6.460,01 pontos.

Juros
No Brasil, ontem, as ações da OGX subiram mesmo depois de a empresa ter anunciado que não vai pagar os juros remuneratórios referentes às Senior Notes emitidas pela OGX Áustria no valor de US$ 45 milhões, que venciam ontem. A empresa tem 30 dias para adotar as medidas necessárias sem que seja caracterizado o vencimento antecipado da dívida, conforme consta na cláusula do contrato. OGX ON avançou 14,29%, a maior alta do Ibovespa.

Ganhos
Petrobras conseguiu sustentar os ganhos e fechou com valorização de 2,24% na ON e de 1,69% na PN, ainda com o mercado aguardando um reajuste nos preços dos combustíveis. A empresa também divulgou dados de produção de petróleo, considerados neutros. Vale teve alta de 0,12% na ON e de 1,01% na PNA. No setor siderúrgico, Usiminas se destacou, com elevação de 3,71% na ação PNA e de 2,37% na ON.

Altas
Bancos também subiram, assim como construtoras, depois do anúncio de aumento do valor do teto para uso do FGTS na compra de imóveis. Gafisa ON, +3,63%, Cyrela ON, +1,37%, Rossi ON, +0,95%. Bradesco PN, +1,58%. Itaú Unibanco PN, +0,95%, BB ON, +0,93%, e Santander unit, +1,07%. Ultrapar ON subiu 4,45%, a segunda maior alta do índice, influenciada pelo anúncio da aquisição da rede Extrafarma, que atua no Norte e Nordeste, por R$ 1,006 bilhão.

Câmbio
Depois de cair 1,90% na última segunda-feira, o dólar à vista negociado no balcão fechou em alta de 0,32% ontem, cotado a R$ 2,2230, em meio a ajustes no dia seguinte à formação da Ptax de setembro.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (123.270 contratos) marcava 9,379%, de 9,36% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 indicava taxa de 10,31%, ante 10,24% anteontem. O contrato para janeiro de 2017 apontava 11,48%, de 11,42% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 estava em 11,86%, ante 11,83% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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