Subiu
Juros

Desceu
Dólar

Tombo
O tombo de mais de 20% das ações da OGX ontem, último pregão de setembro, pesou sobre o Ibovespa. A bolsa doméstica caiu mais de 2% ainda pressionada pelos dados abaixo do esperado na China e as incertezas vindas dos EUA, com a votação sobre o Orçamento do país, que empurraram o índice de volta aos 52 mil pontos.

Perda
O Ibovespa terminou a sessão com perda de 2,61%, aos 52.338,19 pontos. Na mínima, registrou 52.291 pontos (-2,69%) e, na máxima, ficou estável, nos 53.737 pontos. Foi o terceiro mês consecutivo de ganhos, com elevação de 4,61%, a maior de 2013. No ano até setembro, entretanto, a Bovespa acumula perda de 14,13%. O giro financeiro totalizou R$ 7,117 bilhões.

Mínima histórica
Profissionais consultados comentaram que OGX foi o diferencial da Bovespa ontem, já que sua queda livre penalizou o índice já na abertura dos negócios. Os papéis da petrolífera de Eike Batista fecharam em nova mínima histórica, de R$ 0,21, queda de 25% - o que representa 0,84 ponto porcentual da queda da Bovespa ontem -, com os temores dos investidores de que a empresa possa entrar com pedido de recuperação judicial.

Sem fôlego
O desempenho da Petrobras conteve o desempenho negativo do Ibovespa em boa parte do dia. A ação preferencial chegou a se aproximar de 3% de alta em meio à expectativa de reajuste dos combustíveis. Mas o papel perdeu fôlego à tarde a ajudou a arrastar o índice para novas mínimas. Petrobras ON recuou 2,19% e a PN caiu 0,76%.

Pressão chinesa
Vale e siderúrgicas também recuaram, pressionadas por dados da China. Vale ON recuou 1,99%, Vale PNA, 1,87%, Gerdau PN, 2,64%, Metalúrgica Gerdau PN, 1,76%, Usiminas PNA, 0,94%, CSN ON, 2,07%.

EUA
Nos EUA, o Dow Jones recuou 0,84%, aos 15.129,67 pontos, S&P caiu 0,60%, aos 1.681,55 pontos, e Nasdaq terminou em baixa de 0,27%, aos 3.771,48 pontos.

Câmbio
O dólar fechou em baixa de 1,90% no balcão, a R$ 2,2160. A moeda americana oscilou no território negativo durante todo o dia, favorecido ainda pelo leilão de swaps feito pela manhã pelo Banco Central.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (196.745 contratos) marcava 9,36%, de 9,31% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 (514.090 contratos) indicava taxa de 10,24%, ante 10,15% na sexta-feira. O contrato para janeiro de 2017 (115.125 contratos) apontava 11,42%, de 11,41%. A taxa do DI para janeiro de 2021 (14.265 contratos) estava em 11,83%, ante 11,84% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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