MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Vale
Subiu
Cielo
Cautela
A Bovespa chegou ao fim do pregão de ontem em leve queda de 0,08%, depois passar a tarde operando de lado, com o avanço das ações do setor financeiro contrabalançando as perdas de OGX, Vale e Petrobras. Na segunda parte dos negócios, os investidores preferiram adotar a cautela, o que impediu o Ibovespa de retomar o patamar dos 54 mil pontos perdido na quinta-feira. Em Wall Street, o dia foi de correção técnica e as bolsas fecharam no vermelho.
Quarta queda
O Ibovespa marcou ontem a quarta queda consecutiva, de 0,08%, aos 53.738,92 pontos. Na máxima do dia, o índice chegou a subir 0,65%, aos 54.131 pontos, enquanto na mínima recuou 0,32%, aos 53.611 pontos. O volume financeiro somou R$ 6,110 bilhões (dado preliminar).
Pressão
As ações da Vale pressionaram o índice à vista durante todo do dia, e terminaram com recuo de 2,33% e 1,59% as ON e PNA, respectivamente. As perdas de OGX ON também foram determinantes para a queda do índice à vista, ao registrarem recuo de 9,68% - o pior desempenho do Ibovespa na sessão. Outros destaques de baixa foram Lojas Renner ON (-3,01%), Marfrig ON (-2,46%) e Lojas Americanas PN (-2,31%).
Frustração
Já os papéis da Petrobras inverteram a trajetória de alta vista mais cedo e passaram a cair, com a frustração dos investidores diante de um possível aumento dos combustíveis. As ações ON e PN recuaram 0,40% e 0,48%, nesta ordem.
Destaque positivo
No setor financeiro, as units do Santander encabeçaram os ganhos, em alta de 7,63%. Cielo ON subiu 3,47%, Itaúsa PN avançou 2,90%, Banco do Brasil ON teve ganho de 2,84% e Bradesco PN registrou valorização de 2,62%.
Câmbio
O dólar à vista negociado no balcão subiu ontem pela terceira sessão consecutiva. No mercado à vista de balcão, o dólar fechou o dia cotado a R$ 2,2590, com ganho de 0,58%. Nos últimos três dias, o dólar acumulou avanço de 2,82% e, nesta semana, aumento de 1,80%.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (105.370 contratos) marcava 9,31%, de 9,30% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 (238.115 contratos) indicava taxa de 10,14%, ante 10,15% anteontem. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (155.405 contratos) apontava 11,41%, de 11,38% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (apenas 1.930 contratos) estava em 11,84%, ante 11,81% no ajuste anterior.
(Agência Estado)





