MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Setor de telefonia
Desceu
Vale e Petrobras
Ainda o Fed
A Bovespa seguiu as principais bolsas internacionais e terminou a sessão de ontem em baixa, após ficar à deriva durante a segunda parte dos negócios, em meio às incertezas sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed) e das negociações sobre orçamento e teto da dívida no Congresso dos Estados Unidos. A ausência de notícias macroeconômicas relevantes reduziu a liquidez do pregão e abriu espaço apenas para operações pontuais de ajuste de preços por parte dos investidores.
Em queda
As blue chips Vale e Petrobras conduziram a queda do Ibovespa, também pressionado por OGX e bancos. A sessão encerrou em baixa de 0,31%, aos 54.431,05 pontos. O giro financeiro somou R$ 6,110 bilhões, volume considerado fraco se comparado com a média do mês. Em setembro, a Bolsa paulista registra alta de 8,84%, mas no ano contabiliza perda de 10,70%.
Vai e vem
As ações da Vale devolveram parte dos ganhos obtidos na véspera, com notícias favoráveis da China, e encerraram em baixa de 1,56% as ON e de 1,47% as PNA. Já os papéis ON e PN da Petrobras terminaram em queda de 1,25% e de 1,67%, respectivamente.
Telefonia
O setor de telefonia liderou os ganhos do Ibovespa ontem. O ranking é encabeçado por TIM ON, que subiu 9,59%, seguida por Oi PN, com avanço de 5,10% e Telefônica Brasil PN (Vivo), em alta de 3,64%. Completam a lista Light ON (+3,62%) e Oi ON (+3,25%).
Piores
Por outro lado, as principais quedas do índice foram lideradas por Fibria ON (-3,85%), Suzano PNA (-2,29%), Klabin PN (-2,83%), B2W ON (-2,78%) e OGX ON (-2,56%).
Nos EUA
Em Wall Street, o índice Dow Jones registrou queda de 0,43% e o S&P 500 apresentou recuo de 0,26%, enquanto o Nasdaq encerrou a sessão em leve alta de 0,08%.
Câmbio
Após chegar a subir no início do dia, o dólar à vista negociado no mercado de balcão fechou em baixa de 0,14%, cotado a R$ 2,1970. Em setembro, a moeda acumula baixa de 7,81% e, no ano, alta de 7,43%.
Juros
A taxa do contrato futuro de juro para janeiro de 2014 (134.320 contratos) marcava 9,23%, de 9,24% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 (307.925 contratos) indicava taxa mínima de 9,99%, ante 10,09% anteontem e no menor nível desde 13 de agosto, quando foi de 9,88%.
Curva longa
O contrato para janeiro de 2017 (134.890 contratos) apontava 11,09%, de 11,15% na véspera. A taxa do DI para janeiro de 2021 (apenas 3.855 contratos) estava em 11,53%, de 11,57% no ajuste anterior.
(Agência Estado)





